Notas escolares ajudam na conquista a uma vaga de emprego?

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Em um processo seletivo para uma vaga de emprego, são avaliados vários aspectos, como experiência profissional, conhecimento em idiomas e informática, entre outros. Entretanto, não é comum a avaliação de notas escolares dos ainda estudantes.

A coordenadora de Seleção do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), Natália Caroline, explica que são poucas as empresas que solicitam o histórico do aluno. “A avaliação de notas não é comum no Brasil. Isso é uma questão cultural. Geralmente as empresas que avaliam as notas são multinacionais”, afirma.

Ela acrescenta ainda que a prática, quando ocorre, é mais comum em profissões ligadas às áreas de exatas, como por exemplo em estágios em Engenharia.

Indicação de professores

Mas, antes de os bons alunos ficarem desanimados, a especialista diz que, apesar de não haver esse hábito nos processos seletivos, é comum a indicação de estudantes para uma vaga de emprego por parte dos próprios professores.

Sobre a avaliação do nome da faculdade, Natália acredita que, apesar de existir restrição a algumas instituições em algumas empresas, essa prática está se tornando cada vez menos comum.

“A avaliação do nome da faculdade diminuiu bastante. Isso também depende muito do perfil da empresa. Mas o que elas pedem é que a instituição seja conceituada frente ao MEC [Ministério da Educação]”, declara.

Afinal, o que é avaliado?

Segundo a especialista, no processo seletivo, o fator mais importante avaliado é o desempenho do candidato durante todo o processo, incluindo o comportamento.

“O que importa é como o candidato se sairá frente ao grupo. Também são analisadas as competências”, finaliza Natália.

Por Karla Santana Mamona, InfoMoney



Brasileiro amplia gastos com educação

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Que o brasileiro incluiu nos últimos dez anos despesas com internet, TV a cabo e o notebook em seu orçamento era previsível, diante da infinidade de novas tecnologias disponíveis. Mas o surpreendente é que as famílias também ampliaram nesse período os gastos com saúde e educação, revelam resultados preliminares da nova Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

"Os gastos bons estão aumentando", afirma Antonio Evaldo Comune, coordenador do IPC da Fipe e da nova POF, fazendo referência a desembolsos com educação e saúde que, no futuro, normalmente se traduzem em melhor qualidade de vida.

Cursos de pós-graduação e planos odontológicos, por exemplo, que não faziam parte das despesas listadas, devem ser incluídos a partir do fim do ano na nova pesquisa. Usada para calcular o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) das famílias que ganham até 10 salários mínimos por mês (R$ 5,1 mil) na cidade de São Paulo, a POF é uma espécie de radiografia do consumo e identifica mudanças de hábitos. Comune pondera que os resultados, obtidos com exclusividade pelo Estado, são ainda preliminares, mas já sinalizam as novas tendências nos gastos.






Confira 10 dicas para não errar na hora de escrever um e-mail

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E-mails devem ser educados, simples e objetivos, principalmente em um ambiente corporativo. Por estar em um meio supostamente ágil, como a Internet, a informação transmitida deve ser rapidamente compreendida. Ela precisa ser eficiente! 

A principal utilidade do e-mail como meio de comunicação é registrar pedidos, solicitações, encaminhamentos acertados em interações pessoais ou por telefone, garantir que tudo o que foi debatido esteja registrado por escrito, comunicar eventos, informações curtas, reuniões – dia, horário e sala – e uma série de outras informações operacionais. Mas para discutir ou tomar decisões o e-mail não é a melhor forma a ser utilizada.

Como não errar
Veja abaixo 10 dicas para não errar no e-mail:

1. E-mail é documento: verifique se é necessário gerar um e lembre-se de que tudo ficará registrado
2. Não use e-mail para discutir: prefira fazer isso pessoalmente, e use a Internet para formalizar o que foi combinado
3. E-mail é uma ferramenta racional, principalmente no ambiente de trabalho: nada de enviar arquivos em PowerPoint com musicas, poesias, fotos e piadinhas no e-mail profissional
4. Não escreva o texto todo em letra maiúscula. Dá a impressão de que você está gritando, e pode ser mal-interpretado. No meio profissional, má-educação ou exaltação não é bem vista
5. O assunto é o título do e-mail. É importante deixar claro, ou então, pode ser que sua mensagem nem seja aberta
6. E-mail não é bom quando se tem pressa: se é “para ontem”, ou mesmo para uma reunião que vai acontecer daqui a uma hora, use o telefone
7. Responda rápido! Não responder um e-mail é deixar alguém falando sozinho
8. Jamais comente e-mails que foram enviados a você como cópia oculta: eles são “para seu conhecimento”, não “para sua providência”
9. Use um tom extra de gentileza: isso lhe ajudará a soar mais afável, uma vez que a palavra escrita é sempre mais rígida
10. Formule uma assinatura: é importante incluir o nome da empresa e seu cargo para que as pessoas saibam a quem estão se dirigindo

Fonte: CIMM


9 palavras e expressões contraindicadas no trabalho

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Em artigo publicado na Forbes.com, Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro "Surviving Toxic Workplaces" ("Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos", em tradução literal), listou as nove piores expressões e palavras para se dizer no trabalho.

Para Sonia Carminhato, diretora de operações do Grupo Soma, empresa de consultoria em Recursos Humanos, quando uma empresa contrata um colaborador, espera que ele leve soluções. Dizer "vou ver o que eu posso fazer" e frases do tipo denotam uma predisposição a não fazer. Por isso, tome cuidado com seu discurso. "Frases assim denotam pouca proatividade", alerta. "Mas o principal é avaliar o comportamento do colaborador, não só o discurso".

Sonia faz uma ressalva para uma das escolhas da lista publicada na Forbes.com, em relação à expressão "Eu não sei". A diretora não vê problemas em usá-la quando você realmente não sabe a resposta. É melhor usar 'eu nao sei', seguido de 'vou procurar a resposta', do que fingir que sabe. "Dizer 'eu nao sei' é sábio, desde que venha a parte da proatividade depois", diz. Confira a lista de Linnda abaixo:


1. Vou tentar
O que realmente significa:
"não quero fazer, mas não vou dizer isso agora"
Como driblar: "Ponha paixão no seu trabalho", recomenda Linda no artigo para a Forbes. Assim, se o projeto não der certo, provavelmente é porque não era a hora - e não porque você não deu seu melhor.

2. Tanto faz
O que realmente significa:
"quero me livrar desta proposta logo"
Como driblar: evite esta expressão a todo custo. Na opinião de Linnda, utilizá-la cria um muro entre você e a pessoa para quem você respondeu. Se não confia em uma proposta, há outras maneiras de dizê-lo.

3 e 4. Talvez e Eu não sei
O que significam:
"não quero tomar uma decisão"
Como driblar: claro que ninguém tem certeza do que é preciso fazer o tempo todo. Mas às vezes estas expressões funcionam como uma tentativa de sair da berlinda. Fique atenta para não cometer esse erro.

5. Eu te dou um retorno
O que significa:
"quero adiar o andamento deste projeto"
Como driblar: ao ouvir uma dessa, insista na pergunta: "quando voltamos a nos falar?". E relembre a pessoa que você precisa de um retorno, por e-mail ou mensagem de texto.

6. Se
O que significa:
"quero jogar a culpa nos outros"
Como driblar: evite usar a palavra em um contexto específico, como "se o Fulano fizer a parte dele, eu faço a minha". É preciso entender que cada um tem sua parte - e não se apoiar nisso.

7. Sim, mas...
O que significa:
"não quero me envolver no projeto"
Como driblar: pergunte a si mesma se, ao dizer "sua ideia é ótima, mas...", está listando obstáculos reais ou apenas se apoiando para não participar da execução de um projeto.

8. Eu acho...
O que significa:
"não me importo o suficiente"
Como driblar: não chute. Ao ser perguntada sobre algo, cheque os dados. Se preciso, diga a seu chefe que você vai verificar, e depois dê um retorno a ele.

9. Vamos ver
O que significa:
"quero evitar confronto"
Como driblar: para Linnda, esta frase é conhecida de todas nós desde quando éramos crianças. Lembra do quanto era frustrante pedir autorização para um passeio e ouvir seu pai responder "Vamos ver"? Não repita esta experiência no trabalho, seja você chefe ou subordinada. Dê explicações claras e, se precisar de um tempo para decidir, combine um retorno e o cumpra.

IG São Paulo