Notas escolares ajudam na conquista a uma vaga de emprego?

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Em um processo seletivo para uma vaga de emprego, são avaliados vários aspectos, como experiência profissional, conhecimento em idiomas e informática, entre outros. Entretanto, não é comum a avaliação de notas escolares dos ainda estudantes.

A coordenadora de Seleção do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), Natália Caroline, explica que são poucas as empresas que solicitam o histórico do aluno. “A avaliação de notas não é comum no Brasil. Isso é uma questão cultural. Geralmente as empresas que avaliam as notas são multinacionais”, afirma.

Ela acrescenta ainda que a prática, quando ocorre, é mais comum em profissões ligadas às áreas de exatas, como por exemplo em estágios em Engenharia.

Indicação de professores

Mas, antes de os bons alunos ficarem desanimados, a especialista diz que, apesar de não haver esse hábito nos processos seletivos, é comum a indicação de estudantes para uma vaga de emprego por parte dos próprios professores.

Sobre a avaliação do nome da faculdade, Natália acredita que, apesar de existir restrição a algumas instituições em algumas empresas, essa prática está se tornando cada vez menos comum.

“A avaliação do nome da faculdade diminuiu bastante. Isso também depende muito do perfil da empresa. Mas o que elas pedem é que a instituição seja conceituada frente ao MEC [Ministério da Educação]”, declara.

Afinal, o que é avaliado?

Segundo a especialista, no processo seletivo, o fator mais importante avaliado é o desempenho do candidato durante todo o processo, incluindo o comportamento.

“O que importa é como o candidato se sairá frente ao grupo. Também são analisadas as competências”, finaliza Natália.

Por Karla Santana Mamona, InfoMoney



Brasileiro amplia gastos com educação

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Que o brasileiro incluiu nos últimos dez anos despesas com internet, TV a cabo e o notebook em seu orçamento era previsível, diante da infinidade de novas tecnologias disponíveis. Mas o surpreendente é que as famílias também ampliaram nesse período os gastos com saúde e educação, revelam resultados preliminares da nova Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

"Os gastos bons estão aumentando", afirma Antonio Evaldo Comune, coordenador do IPC da Fipe e da nova POF, fazendo referência a desembolsos com educação e saúde que, no futuro, normalmente se traduzem em melhor qualidade de vida.

Cursos de pós-graduação e planos odontológicos, por exemplo, que não faziam parte das despesas listadas, devem ser incluídos a partir do fim do ano na nova pesquisa. Usada para calcular o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) das famílias que ganham até 10 salários mínimos por mês (R$ 5,1 mil) na cidade de São Paulo, a POF é uma espécie de radiografia do consumo e identifica mudanças de hábitos. Comune pondera que os resultados, obtidos com exclusividade pelo Estado, são ainda preliminares, mas já sinalizam as novas tendências nos gastos.






Confira 10 dicas para não errar na hora de escrever um e-mail

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E-mails devem ser educados, simples e objetivos, principalmente em um ambiente corporativo. Por estar em um meio supostamente ágil, como a Internet, a informação transmitida deve ser rapidamente compreendida. Ela precisa ser eficiente! 

A principal utilidade do e-mail como meio de comunicação é registrar pedidos, solicitações, encaminhamentos acertados em interações pessoais ou por telefone, garantir que tudo o que foi debatido esteja registrado por escrito, comunicar eventos, informações curtas, reuniões – dia, horário e sala – e uma série de outras informações operacionais. Mas para discutir ou tomar decisões o e-mail não é a melhor forma a ser utilizada.

Como não errar
Veja abaixo 10 dicas para não errar no e-mail:

1. E-mail é documento: verifique se é necessário gerar um e lembre-se de que tudo ficará registrado
2. Não use e-mail para discutir: prefira fazer isso pessoalmente, e use a Internet para formalizar o que foi combinado
3. E-mail é uma ferramenta racional, principalmente no ambiente de trabalho: nada de enviar arquivos em PowerPoint com musicas, poesias, fotos e piadinhas no e-mail profissional
4. Não escreva o texto todo em letra maiúscula. Dá a impressão de que você está gritando, e pode ser mal-interpretado. No meio profissional, má-educação ou exaltação não é bem vista
5. O assunto é o título do e-mail. É importante deixar claro, ou então, pode ser que sua mensagem nem seja aberta
6. E-mail não é bom quando se tem pressa: se é “para ontem”, ou mesmo para uma reunião que vai acontecer daqui a uma hora, use o telefone
7. Responda rápido! Não responder um e-mail é deixar alguém falando sozinho
8. Jamais comente e-mails que foram enviados a você como cópia oculta: eles são “para seu conhecimento”, não “para sua providência”
9. Use um tom extra de gentileza: isso lhe ajudará a soar mais afável, uma vez que a palavra escrita é sempre mais rígida
10. Formule uma assinatura: é importante incluir o nome da empresa e seu cargo para que as pessoas saibam a quem estão se dirigindo

Fonte: CIMM


9 palavras e expressões contraindicadas no trabalho

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Em artigo publicado na Forbes.com, Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro "Surviving Toxic Workplaces" ("Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos", em tradução literal), listou as nove piores expressões e palavras para se dizer no trabalho.

Para Sonia Carminhato, diretora de operações do Grupo Soma, empresa de consultoria em Recursos Humanos, quando uma empresa contrata um colaborador, espera que ele leve soluções. Dizer "vou ver o que eu posso fazer" e frases do tipo denotam uma predisposição a não fazer. Por isso, tome cuidado com seu discurso. "Frases assim denotam pouca proatividade", alerta. "Mas o principal é avaliar o comportamento do colaborador, não só o discurso".

Sonia faz uma ressalva para uma das escolhas da lista publicada na Forbes.com, em relação à expressão "Eu não sei". A diretora não vê problemas em usá-la quando você realmente não sabe a resposta. É melhor usar 'eu nao sei', seguido de 'vou procurar a resposta', do que fingir que sabe. "Dizer 'eu nao sei' é sábio, desde que venha a parte da proatividade depois", diz. Confira a lista de Linnda abaixo:


1. Vou tentar
O que realmente significa:
"não quero fazer, mas não vou dizer isso agora"
Como driblar: "Ponha paixão no seu trabalho", recomenda Linda no artigo para a Forbes. Assim, se o projeto não der certo, provavelmente é porque não era a hora - e não porque você não deu seu melhor.

2. Tanto faz
O que realmente significa:
"quero me livrar desta proposta logo"
Como driblar: evite esta expressão a todo custo. Na opinião de Linnda, utilizá-la cria um muro entre você e a pessoa para quem você respondeu. Se não confia em uma proposta, há outras maneiras de dizê-lo.

3 e 4. Talvez e Eu não sei
O que significam:
"não quero tomar uma decisão"
Como driblar: claro que ninguém tem certeza do que é preciso fazer o tempo todo. Mas às vezes estas expressões funcionam como uma tentativa de sair da berlinda. Fique atenta para não cometer esse erro.

5. Eu te dou um retorno
O que significa:
"quero adiar o andamento deste projeto"
Como driblar: ao ouvir uma dessa, insista na pergunta: "quando voltamos a nos falar?". E relembre a pessoa que você precisa de um retorno, por e-mail ou mensagem de texto.

6. Se
O que significa:
"quero jogar a culpa nos outros"
Como driblar: evite usar a palavra em um contexto específico, como "se o Fulano fizer a parte dele, eu faço a minha". É preciso entender que cada um tem sua parte - e não se apoiar nisso.

7. Sim, mas...
O que significa:
"não quero me envolver no projeto"
Como driblar: pergunte a si mesma se, ao dizer "sua ideia é ótima, mas...", está listando obstáculos reais ou apenas se apoiando para não participar da execução de um projeto.

8. Eu acho...
O que significa:
"não me importo o suficiente"
Como driblar: não chute. Ao ser perguntada sobre algo, cheque os dados. Se preciso, diga a seu chefe que você vai verificar, e depois dê um retorno a ele.

9. Vamos ver
O que significa:
"quero evitar confronto"
Como driblar: para Linnda, esta frase é conhecida de todas nós desde quando éramos crianças. Lembra do quanto era frustrante pedir autorização para um passeio e ouvir seu pai responder "Vamos ver"? Não repita esta experiência no trabalho, seja você chefe ou subordinada. Dê explicações claras e, se precisar de um tempo para decidir, combine um retorno e o cumpra.

IG São Paulo

Viral da Nike já é recordista de audiência online

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A Nike não é patrocinadora oficial da Copa do Mundo, mas seu vídeo "Write the future", que mostrou jogadas de craques como Frank Ribery e Cristiano Ronaldo, atingiu o recorde de maior audiência online para a primeira semana no ranking Viral Video Chart, da Visible Measures, com 7,8 milhões de visualizações. O recorde anterior era de outro filme da Nike, "Earl and Tiger", que mostrava o golfista Tiger Woods recebendo uma "bronca póstuma" da voz de seu pai.

Países como Brasil, Argentina, Espanha e, surpreendentemente, Estados Unidos e Canadá, apresentaram níveis de popularidade na escala mais alta do ranking.
A metodologia do estudo atinge a mais de 100 milhões de vídeos publicados na internet, em mais de 150 serviços de compartilhamento.

Outro anunciante que se destacou recentemente no ranking foi a Pepsi, outra que não é patrocinadora oficial, com a peça "Oh Africa", que ficou sete semanas no Viral Chart.
O ranking, que é divulgado semanalmente pelo Advertising Age, trouxe ainda peças como o vídeo de quinto aniversário do Youtube. Sete dos 10 vídeos já estavam no ranking, no caso, Toyota, Old Spice, Evian, Gillette e Microsoft.




M&M ONLINE

Veja este vídeo para internet. Dá vontade de ver mais vezes.

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“And Then There Was Salsa” from Frito Lay Dips on Vimeo.

Veja que incrível essa campanha para internet da Frito Lay no Vimeo para promover sua marca de snacks Tostitos. Dá vontade de assistir mais de uma vez.

Caso não consiga ver, clique aqui



Fotógrafos usam 'câmeras-embalagens' pinhole em mostra em SP

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Fotografia de Maurício Nahas feita a partir de câmera pinhole de caixa de bombons

Usando a técnica do pinhole, 24 fotógrafos registraram imagens para exposição que abre esta quarta-feira (5) em São Paulo, na Cinemateca Brasileira. "O Olhar das Marcas" mostra o resultado da produção de fotógrafos como Bob Wolfenson e Daniel Klajimic ao utilizar uma pinhole -- ou 'câmera de orifício' -- feita com embalagens de produtos.

A pinhole (expressão que significa buraco de alfinete, em inglês) é uma técnica de fotografar que consiste em transformar qualquer objeto vedado de luz em uma câmera. Com um orifício em um lado e uma folha de material fotosensível no lado oposto é possível construir uma câmera pinhole.

Na mostra, que tem curadoria da agência de propaganda JWT, a partir de embalagens de produtos foram criadas as câmeras com as quais os fotógrafos trabalharam. Junto das fotos, a exposição exibe também as engenhosas máquinas.

"O Olhar das Marcas" fica em cartaz apenas até 20 de maio. Os fotógrafos que participam da mostra são: Andreas Heininger, Alê Catan, Alê Ermel, Bob Wolfenson, Daniel Klajimic, Fabio Bataglia, Felipe Hellmesiter, Gustavo Lacerda, Gustavo Zylberstain, Hilton Ribeiro, Jair Lanes, Jairo Goldfluss, Klaus Mitteldorf, Luis Crispino, Manolo Moran, Mario Daloia, Mauricio Nahas, Miro, Paulo Mancini, Paulo Vainer, Ricardo Barcellos, Rogerio Miranda, Valerio Trabanco e Willy Biondani.


"O OLHAR DAS MARCAS"
Quando:
de 5 a 20/5. De segunda a sexta-feira das 9h às 18h
Onde: Cinemateca Brasileira (largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana. Tel.: 0/xx11 3512-6111 r.215)
Quanto: entrada gratuita

Redação UOL - Coord. Profª Hivana



MEC estuda ampliar financiamento estudantil para curso técnico

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O Fies (Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) poderá ser estendido a cursos técnicos de nível médio. A ideia está sendo estudada pelo Ministério da Educação. Atualmente, o programa só financia cursos de nível superior.

De acordo com o ministro Fernando Haddad (Educação), já foram registrados 4.000 pedidos de senha no sistema de inscrição, que foi aberto por volta do meio-dia desta segunda-feira.

Com o atual orçamento, poderão ser concedidos até 200 mil financiamentos. Haddad afirmou que não deverá haver dificuldade para aumentar os recursos para o programa caso a demanda supere esse número.

De acordo com a portaria publicada no "Diário Oficial", a partir de 2011, somente alunos que fizeram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) poderão pedir financiamento para o ensino superior. Quem quiser se candidatar ao Fies ainda este ano não precisa comprovar participação no Enem.

O candidato ao Fies a partir de 2011 só vale para quem ainda não começou o curso. Um aluno que, por exemplo, solicitar o financiamento quando estiver no segundo ano, não terá que se submeter ao Enem.

Ainda de acordo com o ministro, a vinculação do Fies ao exame foi feita porque a ideia é que o Enem substitua, a partir de 2011, a prova do Enade que é feita aos alunos que acabaram de ingressar no ensino superior.

Outra novidade no Fies é que o estudante poderá solicitar o financiamento em qualquer período do ano. As bolsas representam 50%, 75% ou 100% do valor da mensalidade. As inscrições serão feitas apenas para cursos com avaliação positiva no Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) cujas instituições tenham aderido ao Fies.

Fies

O novo Fies terá juros de 3,4% ao ano< prazo de quitação de três vezes a duração do curso e a carência de 18 meses após a formatura para iniciar os pagamentos. Estudantes formados em cursos de licenciatura, que atuarem como professores da rede pública de educação básica, e de medicina, que atuarem como médicos do programa Saúde da Família, poderão abater 1% da dívida para cada mês trabalhado.

A exigência do fiador ainda é obrigatória, mas o MEC estuda a criação de um fundo garantidor, a partir da contribuição de 10% das instituições do valor do financiamento. O desenho do fundo está em análise e deve estar à disposição dos estudantes no segundo semestre.



CURSO DE QUICK MASSAGEM, no SIET

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Irá acontecer no próximo sábado dia 17 de abril, o curso de QUICK MASSAGEM organizado pela Profª Regiane do curso de Estética.
O método e a aplicação são baseados nas Terapias Orientais, que surgiu
inicialmente nos Estados Unidos e foi aperfeiçoado no Japão.
O QUICK MASSAGEM é indicado para quem procura um atendimento rápido,
principalmente para pessoas que possuem pouco tempo e para pessoas que sofrem com as conseqüências da agitada vida urbana.


Veja detalhes do curso abaixo:

Evento: Curso de QUICK MASSAGEM
Professora: Regiane -Técnica em Estética pela GBV, professora e consultora
Programação: Das 8:00h às 9:00h - Recepção e Credenciamento
Das 09:00h às 12:00h – Conceitos Teóricos: definições; indicações; meridianos e manobras.
Das 12:00h às 13:00h - Almoço
Das 13:00h às 15:30h - Prática
Das 15:30h às 15:45h - Coffee Break
Das 15:45h às 16:45h - Prática
Das 16:45h às 17:00h - Sorteio de brindes e Encerramento

Informações Gerais:
Data: 17 de abril de 2010
Horário: das 9h às 17h
Local: Instituição de Ensino Santa Izildinha - SIET
Rua Mimas, 99 - Jd. Satélite SP
Contatos: fone: 2141-5600 / sietcursos.blogspot.com / email: siet_cursos@staizildinha.com.br
Investimento: R$ 70,00 (setenta reais) incluso almoço

Agências lançam campanha que valoriza a propaganda

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Em São Paulo, agências de publicidade e anunciantes lançaram uma campanha para reafirmar a importância da propaganda para a economia do país. O projeto foi desenvolvido desde agosto passado.

Áudio: Max Gehringer lição de um grande GURU.

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Escute o áudio do Administrador e Especialista em RH Max Gehringer que fala diariamente na rádio CBN. Este áudio foi enviado pela Profª Ana Maria que também responde pela Coordenação dos Cursos de Análises Clínicas e Estética. Pense um pouco depois de ouvir esta mensagem.




Baixa qualificação faz com que empresas invistam na educação de profissionais

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No Brasil, 16% dos trabalhadores têm alguma qualificação profissional, sendo que em países como México, Chile e Argentina esse índice chega a 30%.

Segundo o diretor de Conhecimento de Educação da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Luiz Edmundo Rosa, essa realidade exige que as empresas assumam programas que formem e qualifiquem os funcionários.

Investimentos
De acordo com a presidente da ABRH-Nacional, Leyla Nascimento, as empresas qualificarão melhor as equipes de trabalho e, por essa razão, os investimentos em educação corporativa no Brasil crescerão nos próximos anos

"A palavra-chave é educação e as áreas de Recursos Humanos das empresas devem se preparar para buscar maior diálogo com universidades e escolas técnicas, a fim de que estas qualifiquem e capacitem seus profissionais para atender as novas demandas de crescimento e expansão", afirmou a presidente.

Segundo Leyla, os resultados econômicos apontam o Brasil como um dos países que mais receberão investimentos no setor de educação.

Aprimoramento
Segundo o diretor de Conhecimento, os ambientes de trabalho estão mais complexos, em razão disso os profissionais que atuam na empresa devem ser aprimorados.

"O conceito de equipe passou a abranger não só os efetivos de uma organização, mas todos que atuam em sua cadeia produtiva, que tanto podem ser terceirizados, temporários, consultores e fornecedores, entre muitas outras possibilidades", disse Rosa.

"O desafio é criar as condições adequadas de trabalho para todos, apoiada por uma gestão moderna de pessoas que valorize a responsabilidade, a meritocracia e os resultados. Estes, para serem sustentáveis, dependem que essa grande equipe trabalhe alinhada aos mesmos valores, visão e compromissos, algo que só processos educacionais podem proporcionar", completa.

As seis manias dos inovadores

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Para pensar diferente é preciso, primeiro, agir diferente – não o contrário, que habitualmente ouvimos repetir a alguns gurus de management. “Não se pensa diferente a partir do nada”, sublinha-nos Hal B. Gregersen, um professor norte-americano de liderança que dá aulas no campus do INSEAD, uma escola francesa de negócios, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

O agir diferente parece ser uma das características distintivas dos empreendedores que mudaram a economia, “que provocaram disrupções”, refere Gregersen, numa curta entrevista. Gregersen acabou, recentemente um estudo de seis anos sobre os inovadores, em conjunto com outros dois professores norte-americanos, Jeffrey Dyer, da Brigham Young University do Utah, e Clayton Christensen, da Harvard Business School em Boston, um reputado especialista nesta área.

Os três académicos estudaram em profundidade 25 casos de inovação das décadas mais recentes que não suscitam grande polêmica – como, por exemplo, os americanos Steve Jobs (que saiu e reentrou na empresa que fundou, um caso surpreendente, diz o nosso interlocutor), da Apple, Jeff Bezos da Amazon, Michael Dell da Dell, Herb Kelleher da Southest Airlines, Pierre Omidyar da eBay, a que juntaram o canadiano Mike Lazaridis criador do Blackbarry, o europeu Niklas Zennstrom co-fundador do Skype e o indiano Ratan Tata, do Grupo Tata, ainda, recentemente em foco pelo lançamento do ‘Nano’, o carro low cost. Gente com quem falaram, inquirindo os detalhes da forma de agirem e de pensarem para sobre eles poderem traçar um perfil comum. Validaram-no depois em 4000 inquéritos junto de executivos e empreendedores de todo o mundo.

Um Lego mental

Descobriram que a inovação não vem de traços de personalidade, como é usual referir-se para os executivos ou os capitães de negócios que são pintados como “personalidades fortes”.

A inovação vem de:

1- uma atitude a contra-corrente perante o mundo;
2- uma certa habilidade cognitiva para combinar observações e idéias dispersas (que reconhecem oportunidades e gerem inovações); e de
3- outros quatro processos de “descoberta” típicos de uma mente inovadora: observar (“como se fosse uma mosca”, diz Gregersen), perguntar (“mesmo gerando irritação, ou pelo menos desconforto nos agarrados à situação”), experimentar sempre e conviver em rede com gente muito diversa (evitando o que se designa por groupthinking, ou pensamento de seita).

São seis elos que formam o que os três professores batizaram de “ADN dos inovadores”.

O investigador diz que o que é comum a todos é:
a) a arte de combinar o impensável e o que, à primeira vista, parece nada ter de comum, uma espécie de “jogo do Lego mental” que ele atribui a uma forma de pensar específica que outros designam por “pensamento lateral”;
b) “a irreverência de perguntar, perguntar, perguntar”, muitas vezes fazendo “o papel de advogado do diabo”; e
c) nunca delegarem o trabalho criativo para outros, metem as mãos nele.

E acrescenta que este comportamento não se vê habitualmente entre os executivos que são profundamente “situacionistas”. Gregersen conclui, no entanto, que estas seis manias dos inovadores só em 1/3 são fruto da genética pessoal; em 2/3 podem vir da aprendizagem. Por isso - tranqüiliza o leitor - são dissemináveis.

Hal Gregersen é co-autor de um livro recente intitulado ‘Começa por um: Mudando pessoas muda as organizações’ (Wharton, 2008), onde ele explica um efeito dominó: “Você começa por mudar as pessoas, um a um, e muda as organizações. Muda as organizações e mudará as instituições. Muda as instituições e mudará os países. Se os líderes, individualmente encarados, sobretudo os seniores, tivessem feito as coisas de um modo diferente, teríamos potencialmente evitado a crise”.

Tome Nota
O ADN dos inovadores: os seis elos

. Atitude: anti-situacionismo na massa do sangue (no jargão, espírito contra-intuitivo)
. Habilidade cognitiva: arte de associar e combinar (no jargão, pensamento “lateral”)
. Postura de mobilidade: observar como uma mosca
. Perguntar sempre: o que é incômodo
. Experimentar: sempre
. Viver: em rede fora do seu grupo mais restrito (profissão, convicções, especialidade, amigos)

ENTREVISTA RÁPIDA

P: Numa situação de crise, como a que continuamos a viver, qual das manias dos inovadores é crítica?
R: Perguntar, fazer perguntas incômodas, é a essência da inovação. Sem perguntas – não há inovação. A melhor prenda que podemos oferecer a nós próprios e aos que nos rodeiam é lançar uma pergunta que desafie a situação. O único caminho para sair de uma Grande Recessão é mudar as nossas perguntas e, por esse meio, mudar a nossa direção.

P: O vosso perfil de inovadores não estará enviesado por se referir, na quase totalidade, a casos dos Estados Unidos? Nos 25 “modelos” escrutinados apenas há um canadiano, um indiano e um europeu.
R: Nós coligimos dados de 4000 executivos e empreendedores em todo o mundo. As seis características comportamentais de que falamos transcendem por todo o lado as empresas e a cultura específica nacional de cada inovador.

P: O principal ingrediente desta gente é o seu espírito a contra-corrente?
R: Talvez não seja o principal ingrediente. Mas uma coisa é certa, a vontade de desafiar o status quo está no coração de qualquer inovador. É isso que os empurra para perguntar, observar, experimentar, inserirem-se em redes e, em última análise, criarem novas combinações de idéias que acabam por fazer uma real diferença no mundo.

Por Jorge Nascimento Rodrigues em 11 Fevereiro 2010

Brasil deixa de ocupar 1,6 mi de empregos por falta de qualificação.

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O Brasil deixou de ocupar no ano passado mais de 1,6 milhão de postos de trabalho por falta de mão-de-obra qualificada, especialmente nas áreas de engenharia e nutrição, informou neste domingo o Sistema Nacional de Emprego (Sine).

O baixo nível de escolaridade foi apontado como a principal causa para que não fossem ocupados os postos do setor formal de trabalho, embora 2009 tenha sido o pior ano em geração de empregos desde 2003 como consequência do agravamento da crise financeira em 2008.

Dos postos de trabalho oferecidos pelo Sine, apenas 39% foram ocupados, frente aos 42% em 2008 e 48% em 2007. Apesar dos milhares de postos de trabalho que ficaram vagos, o nível de desemprego subiu 8,9% na média mensal em 2009, frente aos 7,9% do ano anterior.

O aumento da atividade econômica em 2008 permitiu abrir novos postos de trabalho na indústria, mas esse fato acabará agravando a situação da falta de mão-de-obra qualificada, apontou o Sine. As outras áreas nas quais a oferta de empregos não é suprida são a farmacêutica, construção e indústria naval.

O Ministério do Trabalho e Emprego investiu no ano passado R$ 600 milhões em programas de qualificação profissional. Para 2010, o Ministério pretende investir R$ 800 milhões com o mesmo propósito.

economia - invertia - terra

ESTAR PREPARADO FAZ TODA DIFERENÇA...

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Estar preparado pode fazer a diferença em sua vida, seus negócios ou mesmo na sua profissão.

Obter informações colocam você na dianteira, faz com que os outros te sigam.... sendo assim, prepare-se!


Você está preparado para a era do fim dos empregos?

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A tecnologia tem o seu lado perverso, apesar de aumentar a produtividade, tira o emprego. Como você vai se posicionar em um mundo em que cada vez mais há menos oportunidades de trabalho? Pense em sua empregabilidade futura.

O problema do desemprego é uma ameaça real em todo o mundo, que se agrava diante do crescimento desordenado da população e se torna um desafio quando enfrentamos crises como a que vivemos no último ano. Apesar dos sinais de recuperação da economia, uma lição ficou na mente dos executivos: fazer mais com menos.

Não tem jeito, os duros prejuízos reportados ao longo das inúmeras crises que passamos deixaram marcas e as empresas estão cada vez mais conscientes de que não podem jogar dinheiro fora. Aquela era de gastos desvairados em momentos de torneiras abertas acabou. Hoje, qualquer investimento que for feito será muito bem avaliado, pensado e dimensionado. E mais do que nunca a questão custo versus retorno certamente ditará as regras de todos os projetos que sairão da gaveta.

As perspectivas para 2010 e os anos que se seguirão são bastante positivas. Mas como já disse, nada será como antes.  Haverá emprego como antes? Minha resposta é não. As estatísticas mostram claramente que o modelo do emprego formal, como estamos acostumados a ver da carteira assinada, está acabando. Da mesma forma que assistimos a uma reinvenção das profissões. 

Pode parecer um cenário catastrófico, mas as mudanças que vemos hoje terão impactos profundos bem mais cedo do que imaginamos. Quando o economista Jeremy Rifkin, em seu livro “O Fim dos Empregos” previu um futuro sombrio há 16 anos, não só causou grande polêmica, como foi alvo de olhares desconfiados, já que estamos acostumados a ver futurologias caírem por água abaixo. Infelizmente, ele estava certo. 

A busca com sofreguidão por redução de custos na produção provocou cortes e mais cortes de postos de trabalho. Por outro lado, esta nova fase, chamada por Rifkin de a terceira revolução industrial, é o resultado do surgimento de novas tecnologias, como o processamento de dados, a robótica, as telecomunicações e as demais tecnologias que aos poucos vão pondo máquinas nas atividades anteriormente realizadas por seres humanos.

O pior de tudo é que as pessoas ainda não se deram conta de que viverão cada vez mais, não encontrarão tantas oportunidades de trabalho porque já não há empregos para todo mundo como antes e terão carreiras mais curtas nas empresas. Esses aspectos já estão afetando suas vidas e é um caminho sem volta.

O mercado de trabalho não consegue absorver os milhares de profissionais que perdem seus empregos todos os dias e quem passou dos 60 enfrenta o dilema de encontrar um lugar ao sol. O que fazer então se dados recentes do IBGE chamam a atenção para o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, que está na casa dos 72 anos? A resposta para este paradoxo – menos emprego, carreiras mais curtas e a longevidade – é planejar a carreira o mais cedo possível e antes que a tragédia do desemprego perene bata à sua porta.

Ter um plano B deixou de ser uma possibilidade para se transformar em necessidade imperiosa. No livro “O Melhor Vem Depois”, que escrevi em coautoria com a jornalista Andrea Giardino, retratamos bem essa questão. Impressionante os depoimentos que nos chegam diariamente dos leitores que comprovam esse movimento que acontece no mercado. Tem sido difícil dar conta de tantos pedidos de conselhos de como enfrentar a situação. Casos, às vezes, desesperadores.

Muitos dos profissionais que entrevistamos para ilustrar o livro foram reféns desse cenário e por não terem um plano B, ingenuamente acreditavam que se recolocariam rapidamente. O ex-presidente da GVT, Marcio Kaiser, enfrentou um duro golpe ao se ver um belo dia sem o sobrenome corporativo e descobrir que não havia mais espaço para seu talento. Após meses e meses de tentativas, parece ter encontrado um caminho.

Se tivesse traçado uma meta desde cedo, talvez seu destino tivesse sido outro e não o da vítima do acaso. Cabe a nós dentro dessa sociedade baseada na informação, valorizar nosso conhecimento e transformar as competências adquiridas em algo que nos perpetue como população ativa, mesmo aos 70 anos.

Quer um conselho? Corra e prepare o terreno desde já e comece a traçar seu plano B.
A vida não segue roteiros, mas para quem se planeja a rota seguirá seu curso desejado. Pode não ser exatamente do jeito que você idealizou, no entanto, não o deixará refém do destino. Lembre-se que se você não conduzir o barco da sua vida, ele vai fazê-lo por você.

Se você não for o comandante pelo menos seja um passageiro da primeira classe e aproveite a paisagem. Ficar aí ao sabor do destino não dá. Reaja!

 

Por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo & Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.



Definição de um ótimo emprego

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Antes de mais nada, posso afirmar que não existe o “emprego perfeito”, mas sim, aquele mais adequado ou “ótimo” para você. Algumas pessoas consideram que o ótimo emprego é aquele que proporciona os maiores ganhos financeiros ou materiais, status, poder, exposição ou crescimento profissional. Nada poderia ser mais longe da verdade.

Um ótimo emprego na minha definição inclui todos ou a maioria dos seguintes pontos:  

- Aquele que utiliza suas verdadeiras competências.

- Aquele que possibilita sua evolução, aprendizado e crescimento como um todo

- Aquele que realiza a pessoa profissionalmente e que a aproxime cada vez mais da sua vocação (que vem do latim “vocare” que significa chamado ou voz interna).

- Aquele que eleva sua auto-estima, sentimentos ou sensações positivas de bem-estar e equilíbrio.

- Aquele onde o ambiente de trabalho admite também a livre expressão das suas características e talento.

- Aquele onde a compensação, como salários, benefícios e outras formas de reconhecimento, é baseada em meritocracia, senso de justiça e transparência.

- Aquele onde o “job content” ou descrição do trabalho combina com as suas características, aptidões, dons e talentos.

- Aquele onde a cultura seja adequada e compatível com os seus valores, crenças e identidade social.

- Aquele onde você tenha química com o seu chefe ou pelo menos identificação ou compatibilidade de personalidades, mas principalmente o respeito mútuo.

- Aquele onde a felicidade ajuda a trazer resultados, ao invés do resultado trazer a felicidade.

- Aquele aonde você vai todos os dias com o seu corpo, mente e alma.

Se você for procurar emprego em atividades e áreas que mais lhe motivam, certamente sua chance de sucesso será bem maior.

Os fatores motivadores podem ser divididos em dois:

- Fatores Extrínsecos: dinheiro, fama, carreira, benefícios da posição, poder, desafios, ser aceito, diversão, prestigio, reconhecimento, competência técnica, família, amizade, lazer, etc. e

- Fatores Intrínsecos: reconhecimento, segurança, equilíbrio trabalho x familia, saúde, religiosidade, significado, viver a verdade, vocação, paz de espírito, causa nobre, liberdade, missão de vida, etc.

Quais são os seus fatores de motivação? Descobri-los vai te ajudar a aproximar-se do ótimo emprego.

Há também testes que poderão dar-lhe dicas destes fatores ou um perfil da sua personalidade, tais como: MBTI – Myers-Briggs Type Indicator, Avaliação Kersey, Eneagramas, testes vocacionais etc.

 

Por Robert Wong (autor dos livros “O Sucesso Está no Equilíbrio” e “Super Dicas para Conquistar um Ótimo Emprego” e um dos palestrantes mais inspiradores e requisitados do mercado)






Inscrições gratuitas para o Proagência II começam em fevereiro no portal da ABAV

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PROAGÊNCIA II lança 20 turmas de Educação à Distância em 2010; o programa da ABAV e Sebrae prevê a qualificação de 1,6 mil profissionais até o final do ano; inscrições para as primeiras turmas terão início em fevereiro no portal ABAV

Assessoria de Imprensa da Abav

São Paulo - Para dar continuidade ao programa que oferece aos agentes de viagens a oportunidade de aprender e se reciclar de acordo com sua disponibilidade de tempo, e em qualquer local do Brasil, os cursos de Educação à Distância (EaD) oferecidos pelo Proagência II, uma parceria entre a Associação Brasileira das Agências de Viagem (Abav) e o Sebrae, lançam 20 novas turmas em 2010.

Com foco nas diferentes competências e cargos de uma agência de viagens, os temas abordados pelo Proagência II ao longo do ano, em diferentes turmas de Educação à Distância, serão: Negociando Adequadamente a Oferta Turística, De Agente a Consultor de Viagens, Desenvolvendo o Turismo Receptivo, Gestão de Empresas de Agenciamento e Operações Turísticas, Gestão de Pessoas em Agenciamento e Operações Turísticas e Vendendo Produtos e Serviços Turísticos Consolidados.

Diante da necessidade de preparar o mercado para receber um número muito grande de turistas que virão ao País para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada de 2016, a principal meta da Abav e do Sebrae é a capacitação profissional do setor de agenciamento com foco nos serviços de receptivo.

“O setor de agenciamento turístico é composto por mais de 11 mil agências em todo o País e a ferramenta de EaD representa uma excelente forma de interiorizar os benefícios da capacitação, sem que o profissional precise se deslocar de seu local de trabalho ou residência”, complementa Antonio Azevedo, Diretor do ICCABAV/Proagência.

Márcia Reis Abreu, da agência Arrivederci Turismo, de São Paulo, relatou que, durante o curso Gestão de Empresas de Agenciamento e Operações Turísticas, aprendeu muitas coisas que simplesmente não conseguia ver antes.

“Hoje penso nos ganhos obtidos durante o curso, no aprendizado incorporado, nas ações que poderei implementar de agora em diante”, salienta Márcia, acrescentando que iniciativas como esta são importantes para o aprimoramento do trabalho e o crescimento do turismo como um todo.

A profissional Nandaives Soares, da Omega Turismo (MG), revelou que aprendeu a utilizar sua habilidade e competência em prol do crescimento da agência.

“O profissional que almeja sucesso deve colocar em prática todo seu conhecimento e poder de ação, agindo sempre com intuito de vencer os desafios e conquistar cada vez mais seu lugar no mercado”, acrescentou.

Para inscrever-se nos Cursos de EaD do Proagência II é necessário ser agente de viagens (só é aceita a inscrição de um profissional por agência para cada curso), possuir um computador com acesso à internet Banda Larga e ter disponibilidade mínima de uma hora por dia para poder acompanhar e absorver o conteúdo dos cursos.

São oferecidas 80 vagas por turma e as inscrições, gratuitas, terão início a partir de fevereiro no portal Abav (www.abav.com.br).

Serviço:
www.abav.com.br
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7256 e 3348-7494

www.agenciasebrae.com.br



Aquecimento da economia favorece estudantes

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O período de férias traz junto uma ótima oportunidade para quem busca ingressar no mercado de trabalho. Para 2010, as previsões são otimistas quando o assunto é a contratação de estagiários. Nessa "Temporada de Estágios", período marcado pelos meses de janeiro, fevereiro e março, o Núcleo Brasileiro de Estágios - Nube prevê a abertura de 18 mil vagas para estudantes do ensino médio, técnico e superior em todo o país.

De acordo com o Censo do Inep/MEC, temos no Brasil 5 milhões de estudantes no nível superior e 8,3 milhões no ensino médio e técnico. Segundo dados da Associação Brasileira de Estágios - Abres, apenas 900 mil estagiam, sendo 650 mil no superior e 250 mil no médio e técnico. Os números tiveram uma queda por conta da crise econômica mundial e também pela aprovação da nova lei de estágio em setembro de 2008. Mas para este trimestre, a previsão é de 175 mil novas vagas, tornando esse o melhor momento para conseguir uma oportunidade.

Por que ocorre esse aumento? Muitos estudantes se formam no final do ano e são efetivados ou rescindidos. Por isso, as empresas disponibilizam novos postos nos primeiros três meses. "O reaquecimento da economia também é um fator responsável pelo aumento do número de ofertas de estágio", afirma o presidente da Abres, Seme Arone Junior.

Os cursos com mais vagas no nível superior são: Administração de Empresas, Comunicação Social, Informática, Engenharia e Ciências Contábeis. Já para o médio técnico, Administração, Eletrônica, Mecatrônica, Secretariado e Publicidade oferecem mais oportunidades. "A área de administração é uma porta de entrada para diversas áreas. Por ter um campo de atividades diversas, aumenta minhas chances no mercado de trabalho", diz a estudante e estagiária da Total IP Soluções de Voz, Ana Paula Santos.

Vale lembrar: para iniciar a carreira é necessário ter diferenciais. Além disso, a dica é procurar um estágio logo no começo do curso. "O jovem precisa se preparar para enfrentar o mercado de trabalho. Não basta se contentar com os conhecimentos da escola ou da faculdade, por exemplo", diz Carmen Alonso, gerente de treinamento do Nube. "Agora é hora de fazer cursos extracurriculares e estar atualizado sobre os acontecimentos gerais para ter um bom currículo", finaliza.

O Nube disponibiliza milhares de vagas semanalmente. Além disso, em parceria com o Centro de Desenvolvimento Profissional - Cedep, realiza treinamentos gratuitos todos os meses. Entre os temas oferecidos estão "Mercado de trabalho e processo seletivo: Como enfrentá-los?", "Marketing pessoal: Seu sucesso é você" e "Seu currículo, sua imagem". Os interessados podem obter mais informações no site www.nube.com.br. Os serviços para estudantes são totalmente gratuitos.