Falsificação pode sair caro...

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Ultimamente as empresas não tem que se preocupar somente em vender. Um problema cada vez mais grave, principalmente para as marcas de materiais esportivos, é a falsificação de seus produtos. Além de perder dinheiro, a marca vê sua imagem sendo arranhada por uma falsificação que pode causar sérios danos ao usuário. É claro que poderíamos discutir se os seus preços são justos, mais devemos ver que o seu público é o que possui condições de compra.
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Pensando nisto a agência filipina TBWA/Santiago Mangada Puro criou para a marca alemã Adidas, a campanha chamada "Anti-Fakes Series", onde alertava sobre os malefícios de comprar produtos falsificados. Composta por 3 anúncios impressos, intitulados de "Safety Pins" - "Bandage" - "Bandaids", as peças mostram pés machucados com curativos, provenientes da utilização de produtos falsificados. A grande sacada dos anúncios é a analogia dos curativos com as famosas três listras da Adidas. Observem, por exemplo, na disposição dos três bandaids colocados em posição para formar tal analogia. Tudo seguido do texto "Fakes hurts real. Imitations are poorly made, giving you no protection" (Falsificações realmente machucam. Imitações são mal feitas, não protegendo você).

Exemplo de eficiência - Procurando Nemo 2

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Este foi o resultado da genial peça da Direct Mail, criada pela Saatchi & Saatchi de Auckland em 2005, foi enviada para os setores de planejamento de mídia, antes do almoço, para encorajá-los a comprar espaço publicitário no Sunday Premier Movies do canal TV2. A peça, uma badeja de comida japonesa temática, gerou um número de consulta sem precedente, 100% do espaço publicitário vendido e 90% de recall. Uma ação certeira, criativa e inteligente.

Muito mais que provocação...

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Os europeus são mais "abusados" ou "despojados" quando o assunto é criatividade, o anúncio criado pela agência Jung Von Matt de Hamburgo para a BMW Series 5, utilizando e muito a técnica Hard-Sell. Observe no símbolo da Jaguar virado ao contrário, como que fugindo do seu rival. Clássico exemplo da antiga rivalidade entre alemães e ingleses no setor automobilístico.

CULPADOS DESDE 1971

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Esta campanha foi recentemente criada pela agência ZIG de Toronto para o Greenpeace,
conhecido pela "Ferocidade" e "Agressividade" de suas ações em defesa do meio ambiente. Composta por cinco anúncios, que começaram a circular em jornais e revistas canadenses no mês de novembro, adotava um posicionamento extremamente irônico como podemos ver pelo slogan
"Guilty since 1971" (Culpado desde 1971), ano de fundação da organização. O objetivo da campanha era chamar a atenção para o trabalho, louvável na minha opinião, realizado pela organização e seus ativistas, que rotineiramente são presos por seus protestos.

Anúncio põe "prostitutas" nas ruas para desvalorizar bairro

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Uma agência de Tel Aviv, em Israel, decidiu colocar cartazes de mulheres vestidas como prostituas em tamanho real para tentar desvalorizar os imóveis de bairros.

As "prostitutas" são colocadas em parques, presas em postes ou árvores. A ação de guerrilha tenta fazer com que proprietários das áreas reduzam preços dos imóveis.

"Nós trouxemos o melhor poluidor do mercado imobiliário: as prostituas. É simples", afirma a agência em seu site na Internet.

Anúncio mostra gafes de motoristas de carros automáticos

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A agência de publicidade JWT lança nesta quarta-feira a nova campanha para promover o EcoSport automático da Ford. Com humor, a propaganda mostra as gafes dos motoristas que dirigem carros automáticos pela primeira vez, como pisar no freio com o pé esquerdo pensando que é o pedal de embreagem ou acelerar com o cambio na posição Neutro (N).

O desafio da agência foi ligar a tecnologia do câmbio automático - normalmente relacionada a automóveis luxuosos - ao público jovem do EcoSport. O público alvo da marca são homens e mulheres bem sucedidos, perto dos 30 anos, segundo o jornal Gazeta Mercantil.

"A intenção é reforçar com o público referencial que ele pode ter o seu carro predileto, mas com câmbio automático", afirmou ao jornal Ricardo Chester, executivo da JWT Brasil. Segundo ele, a Ford tem como objetivo levar a tecnologia desse acessório a uma camada maior de compradores.