Nós colocamos seu talento pra fora!

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Existem algumas coisas que realmente não compreendo como podem ser feitas. Uma delas é esta campanha assinada pela Young & Rubicam para a IDIAC - Interior Design Institute & Criative Academy, que relação é possível ver em tirar o cérebro para fora, com tirando o talento para fora!?!?!?!? Eu ficaria com medo de estudar neste instituto, por mais moderno e interessante que ele fosse. Eu hein!!!!

Mantem suas roupas sempre pretas!!!

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Nesta campanha o produto - um tipo de alvejante para roupas pretas - Perlana, promete manter a força do preto de suas roupas (pretas). O diferencial é mostrar animais fortes com simbolizando a cor preta. Muito criativo e diferente pois a maioria dos produtos de limpeza de roupas promete deixar mais branco ou mais colorido. E agora surge um produto que deixa suas roupas mais pretas, diferente e sem preconceitos...

Sundown - Ótima campanha.

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Não tem um que ao ver esta estas imagens não torça ou se redobre para girar e ver a imagen num todo. A campanha é muito boa, pois tras a tona uma questão muito antiga: O mundo gira em torno do sol, ou o sol gira em torno do mundo. Porém vale alertar que muito sol pode ser prejudicial para a pele, apesar do bronzeador.

ANÚNCIO NO BANHEIRO - PUBLICIDADE INDOOR GANHA ESPAÇO.

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Jovem empresa de Curitiba quebra paradigmas, espalha-se pelo país e cresce 600% com seus projetos de mídia indoor.

O recém-aprovado projeto de lei “Cidade Limpa”, que proíbe peças de mídia exterior na cidade de São Paulo, criou muita polêmica. Enquanto a prefeitura defende a medida afirmando que a cidade está afogada em anúncios, a maioria dos envolvidos reclama que a medida vai resultar em perdas financeiras. No meio dessa confusão, Ernesto Villela, diretor geral da curitibana Enox Indoor Experience, arruma sorridente o seu novo escritório em São Paulo (SP), que deve ser o ponto de partida para a conquista definitiva do maior mercado de publicidade indoor do país.

O investimento em mídia exterior no Brasil é quase o triplo do que se aplica na internet. Em outdoors,empenas (cartazes nos prédios), backlights e outras peças do gênero, foram aplicados R$ 680,6 milhões em 2005 (cerca de 6% do bolo publicitário total).Com a proibição em São Paulo, a expectativa de Villela é que parte desse público migre para o mercado indoor.
Criada em 2003 por três jovens amigos, a Enox pretendia ser o veículo para a publicidade entrar — com classe — nos banheiros. Eles achavam que aqueles poucos minutos em que o jovem fica nos banheiros das baladas poderiam ser utilizados para veicular alguma mensagem. E foram atrás de quem acreditasse nessa idéia.

Logo de cara perceberam que o mercado de entretenimento estava bastante desorganizado, não havia uma relação dos empreendimentos e do público que os freqüentava, o que levou Ernesto a procurar,um por um, os melhores bares e baladas de Curitiba. Em menos de três meses ele já havia fechado contrato com os proprietários dos 100 melhores estabelecimentos da cidade, que deram à Enox a exclusividade no uso de seus interiores. Com os contratos nas mãos, eles foram às agências de publicidade.

“Algumas nos olharam como se nossa proposta fosse uma indignidade — tinham certeza de que seus clientes não queriam anunciar nos banheiros,mesmo que das melhores casas”,diz Villela. Mas muitas outras gostaram da idéia.No mês seguinte, a Enox fechava acordo com as maiores academias de ginástica de Curitiba, e no final daquele ano já tinham exclusividade também nos melhores estabelecimentos de Porto Alegre (RS) e Maringá (PR). Naquela altura, a Enox veiculava anúncios da GM, Fiat, Coca-Cola, Sony, Gillete, L´Oreal, Nestlé, Renault, Unilever, O Boticário e Toyota.

Em 2005 conquistaram Londrina, Joinville, Campo Grande, Brasília e Salvador, e em 2006 desembarcaram em São Paulo e no Rio.“Se queremos operar nacionalmente,precisamos estar aqui, onde estão as grandes agências, que trabalham a estratégia global para seus clientes”, afirma Villela.Hoje a empresa possui escritórios em 12 municípios, onde detém 100% do espaço indoor dos principais estabelecimentos de lazer e cultura voltados para o público-alvo A e B.
Exatamente porque se trata de um público exigente, o esquema montado em cada um dos escritórios prevê uma ronda semanal por todos os pontos onde a Enox mantém um anúncio para checar as condições do produto. Tem molduras que mantêm alguns produtos acoplados — o cartaz do desodorante,por exemplo, tem uma peça que permite que seja acoplado um frasco do produto para que os jovens na balada, ou na academia, possam experimentá-lo. O reabastecimento da peça é feito por essa equipe, que também pode trocar a moldura se ela tiver sido danificada. Cada peça permanece no display por 28 dias, e logo que um anúncio é retirado outro ocupa o lugar.

Com a ampliação da clientela e dos anunciantes, a Enox foi além do banheiro, e hoje atua com projetos que incluem backlights, displays (clássicos), adesivação de espelhos, displays de fôlder, displays de sampling (com amostras grátis ou testers de perfumes), ações promocionais dentro de estabelecimentos, uniformização de funcionários com foco em campanhas específicas, distribuição de amostras grátis e bolachas de chope personalizadas. “Nossa meta, a médio prazo, é fazer com que a mídia indoor seja vista como uma opção de investimento tradicional e não mais como mídia alternativa”, explica.Com relação à publicidade no banheiro, ela retém a atenção do consumidor por até 4 minutos, ante os 3 a 5 segundos da propaganda impressa convencional.Esse argumento é imbatível na defesa do modelo.

Como encontraram o mercado de Curitiba bastante desorganizado,Villela criou um relatório minucioso que é preenchido por seus clientes.Dessa forma ele hoje tem um banco de dados nacional que lhe permite, rapidamente, saber que público freqüenta cada um dos estabelecimentos e em que dias da semana.

Esse trabalho dedicado vem dando bons resultados. Em 2005 a empresa elevou em 600% o seu faturamento em relação a 2004. Hoje a Enox tem contrato exclusivo com mais de mil estabelecimentos, onde mantém cerca de 5 mil pontos de mídia instalados. A meta é terminar dezembro com 7 mil pontos em todo o país.

Como último argumento para provar que a mídia indoor não é uma forma alternativa, mas deve constar como um investimento normal nos planos das agências, Villela lembra que o fluxo anual de consumidores que circula nessas casas é superior a 70 milhões.

FILME OU MERCHANDISING?

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Depois da Fedex agora é a vez da Starbucks, com Tom Hanks.
Se antes as ações de merchandising se limitavam a uma cena do filme, agora vão ocupar a história inteira e condicionar o consumidor a sair do cinema com a marca no seu cérebro. A motivação que leva anunciantes a apostarem no conteúdo em si para dar maior permanência às suas mensagens marca forte tendência da publicidade. Com a televisão digital, o público passa a ter recursos tecnológicos para deletar o que não quer assistir. O intervalo comercial pode cair em desuso e a propaganda tem de encontrar outros canais para se comunicar com a platéia.

No filme Náufrago, por exemplo, bastava que Tom Hanks se atracasse por alguns minutos na telona com embalagens da FedEx, para se atingir o objetivo. Agora Hanks vai protagonizar um publicitário desempregado que trabalha em uma cafeteria da rede Starbucks, em How Starbucks Saved My Life, previsto para estrear em 2007. A marca é co-protagonista e não sai de cena.
Nessa linha de merchandising revisitado, que o meio publicitário denomina de "propaganda tratada como conteúdo e não como publicidade", a iniciativa mais festejada é a do filme roteirizado pela agência da moda no foco dos profissionais do ramo, a Crispin Porter + Bogusky. Preparada para a Burger King, a proposta da agência prevê até porcentual de participação na bilheteria do filme.No Brasil, a colocação da marca intermeando o roteiro de um projeto de entretenimento não alcançou o cinema. Até porque, aqui ele não tem a força da produção hollywoodiana. Mas a tendência já desembarcou na televisão.
O seriado Mothern, inspirado no blog criado pelas publicitárias Laura Guimarães e Juliana Sampaio sobre as dificuldades de conciliarem maternidade e profissão, foi lançado em agosto no canal GNT e já detém a vice-liderança na televisão por assinatura, segundo o Ibope. "A Unilever, Nestlé, Johnson & Johnson e Laboratórios Bristol entram na história de forma natural", conta João Daniel Tikhomiroff, presidente da Mixer, agência que idealizou o projeto.
Sérgio Valente, presidente da DM9DDB, acredita que o truque que está por trás dessa movimentação atual poderia se resumir no velho conceito de que boa propaganda tem a obrigação de surpreender. "Hoje, no universo multimídia, isso se dá interferindo nos conteúdos.""Nunca gostei de ações de merchandising invasivas, que interferem na cena e provocam desconforto", diz Paulo Camossa, diretor-geral de mídia da AlmappBBDO. "O caminhão da Volkswagem no seriado Carga Pesada, da Rede Globo, por exemplo, surge quase como coadjuvante nas aventuras de Antônio Fagundes e Stênio Garcia. Alguns episódios foram adaptados para se falar de freios, mas de forma integrada à trama", explica.
Os comerciais de 30 segundos, que sempre reinaram na propaganda brasileira, não vão acabar de uma hora para outra, mas terão menos relevância com esses avanços. "A tendência da publicidade se dirigir para mídias mais diferenciadas e mais eficientes é irreversível", diz Antônio Fadiga, presidente da FischerAmérica. "Aqui já temos uma pessoa dedicada a estudar soluções fora da mídias convencionais."
Para Fadiga, o maior impasse ao avanço do uso de outros canais decorre da forma de remuneração das agências no Brasil. Aqui, a receita delas está, em boa parte, atrelada à negociação da veiculação dos comerciais. "Lá fora há empresas especializadas em aproximar anunciantes de produtores e roteiristas de cinema, caso da Media MatchMaker."A receita de merchandising nos EUA já cresceu 30% este ano em relação a 2005.

A CHANA VEM AÍ.

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Carro Asiático
Acreditem: o nome é isso mesmo que você leu
O nome vai render muita piada, mas é um marco na in­dústria automobi­lística. Chama-se Chana (isso mes­mo que você leu) o primeiro carro chinês a ser vendido no Brasil. No Salão do Au­tomóvel de São Paulo serão apresentados três modelos a partir de R$ 25 mil que devem competir com Kombis e as antigas Towners. Outras duas montadoras chinesas também come­çam as exportações para o Brasil no ano que vem.
Fico somente preocupado quando tivermos um acidente automobilistico - é claro - entre um Picasso da Citroen e uma Chana. ahahahah essa vai ser muito boa.