OUTDOOR. PROIBIDO NA BIG APPLE.

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Tal como lá, tal cá! ou Tal como cá, tal lá...
O Conselho Municipal de Nova Iorque acaba com um indústria ilega de US$ 25 milhões/ano.


Nova Iorque - Nova Iorque é um playground para os profissionais de marketing, qualquer parede é uma oportunidade, seus edifícios tricotam uma trilha de anunciantes para atrair e conquistar pessoas que passam pelas ruas da cidade. Não mais, se a assembléia municipal conseguir se impor.O conselho municipal vai derrubar uma indústria ilegal de propaganda que fatura US$ 25 milhões/ano. Quase todos os grandes anunciantes dos Estados Unidos têm algum outdoor nesees locais proibidos. Especificamente, o conselho tem como alvo: outdoors, pinturas e banners que aparecem em marquises, andaimes, rodovias e edifícios residenciais.Apesar de valerem US$40,000 a US$50,000 por mês em mídia, esses locais são procurados por anunciantes que customizam os espaços com criatividade e transmitem a mensagem de seus produtos. No entanto, freqüentemente são mídias ilegais, de acordo com cálculos da prefeitura de Nova Iorque, pelo menos 20% desses outdoors violam uma de suas leis.Claro que isso não é nada novo, mas a cidade está perseguindo com mais rigor os violadores. A pressão coincide com o recente e lucrativo contrato entre a prefeitura e o grupo espanhol de outdoors Cemusa. No contrato está previsto novas regras e equipamentos para colocação de outdoors na cidade de Nova Iorque.
Grandes anunciantes como o Citibank, Apple e Coors Brewing estão com suas marcas expostas em locais proibidos ou sem licença. Um porta-voz de Citibank disse que a companhia estava “olhando com atenção ao assunto" e transferiu a responsabilidade para central de mídia Kinetic, cujo o responsável estava indisponível para um pronunciamento. A direção da Coors disse que " as compra de mídia são realizadas de forma legal em locais devidamente autorizados." A Apple não se pronunciou a respeito.
“Há muito dinheiro correndo por aqui". Disse um vendedor de outdoors que preferiu manter-se anônimo. “O volume é muito alto. Você tem que desejar muito para fazer algo a respeito.”


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AGÊNCIAS E CLIENTES BUSCAM O SUBSTITUTO DO OUTDOOR.

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Empresas multinacionais que exploram a publicidade no mobiliário urbano (pontos de ônibus, bancos em praça pública, relógios de rua e lixeiras, entre outros) tendem a ser as maiores beneficiadas com a Lei 379/06 aprovada na terça-feira pela Câmara Municipal da cidade de São Paulo. A lei restringe veiculação de anúncios publicitários (outdoor), faixas e cartazes em veículos, edifícios, e fachadas de prédios em toda a cidade e disciplina a utilização de cartazes mesmo que informativos.
"Para nós é muito positivo e poderemos ser beneficiados indiretamente porque já usamos toda a capacidade instalada", diz o presidente da multinacional francesa JC Decaux, Frederic Schwab que comercializa espaço publicitário nos 340 relógios de rua de São Paulo.

Além da JC Decaux, a multinacional espanhola Corporação Européia de Mobiliário Urbano S/A (Cemusa)(Essa mesma empresa fechou um acordo bilionário com a prefeitura de Nova Iorque. A Cidade de Nova Iorque também modificou sua legislação, o que favoreceu a empresa espanhola. Assim como está ocorrendo aqui, o tema vem sofrendo muitos questionamentos. Uma das maiores empresas do setor no mundo, a Cemusa venceu concorrência, em setembro de 2005 para explorar o mobiliário urbano da cidade de Nova York, por 20 anos. Hoje, a JC Decaux e a Cemusa já atuam em Salvador.

Segundo o secretário de coordenação das sub-prefeituras de São Paulo, Andrea Matarazzo , a prefeitura paulistana prepara licitação para o mobiliário urbano de São Paulo. "Deve sair ainda neste ano", disse ele.

Raul Nogueira Filho, presidente da Central de Outdoor, entidade que reúne 1.321 empresas de mídia exterior em todo o Brasil, disse que o setor ainda não chegou a uma conclusão do que fazer com seus negócios diante da nova determinação legal - as empresas têm até o dia 31 de dezembro para retirarem todos os outdoors da cidade.

"Estamos em reunião permanente para ver o que fazemos com anos de investimentos e com os quase 20 mil empregados neste setor", diz. Segundo Nogueira Filho, a opção de migrar para outros mercados pode ser uma saída. "Mas não é tão simples assim porque já há empresas estabelecidas."

Mas não são apenas as empresas de mídia exterior que discutem o que fazer diante da nova legislação. O departamento jurídico da agência de publicidade Leo Burnett esta avaliando a nova legislação para convocar uma reunião com seus clientes.

"Não está muito claro como fica o aspecto legal entre agências de publicidade e empresas de outdoor. Como fica o anunciante que comprou um espaço até o fim deste ano?", questiona a diretora de pesquisa e planejamento de mídia da NeogamaBBH, Marta de Moraes. Segundo ela, tão logo a lei foi aprovada, vários clientes da agência começaram a telefonar querendo saber como ficarão seus anúncios já comprados. "Estamos esperando uma posição das próprias empresas e o que me parece é que a situação é de pânico pois trata-se de um projeto extremamente radical", disse Marta.

Nem todos têm a mesma impressão. Marcos Le Pera, presidente da agência Le Pera, disse que pretende realocar a publicidade hoje feita em outdoor para outra forma de mídia. "Quando vi que a lei seria aprovada, contratei uma profissional para desenvolver projetos especiais considerando novas ferramentas de marketing", diz. Segundo Le Pera, 18% do investimento em mídia realizado por seus clientes, são direcionados à mídia exterior. "Como publicitário acho a lei ruim, mas como cidadão estou plenamente de acordo. É preciso limpar a cidade."

Uma das maiores anunciantes do país, a multinacional suíça Nestlé ainda não sabe para onde vai direcionar a verba investida em mídia exterior. "Hoje, 10% do total é aplicado nesse segmento", calcula Mario Castelar, diretor de serviços de comunicação e marketing da empresa. "Nosso departamento jurídico está avaliando a lei. Se ela é dura demais eu não sei, o que acho é que precisávamos mesmo regulamentar e diminuir a poluição visual da cidade", diz Castelar.


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Washington Olivetto, Bombeiros e Correios são campeões em depósito de confiança

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Apesar da situação o brasileiro sempre foi otimista, e parece que ainda continuara sendo....

A revista Seleções Reader's Digest inseriu uma nova categoria
à sua tradicional pesquisa anual que destaca as marcas que conquistaram
o maior índice de confiança entre consumidores e clientes em potencial:
o “publicitário mais confiável”. O eleito: Washington Olivetto. O
estudo investigativo é realizado em conjunto com o Ibope e também
apontou que a classe política continua sendo campeã em descrédito entre
os cidadãos consultados.

A entrega do prêmio já tem data agendada: 10 de outubro, com uma grande festa no Tom Brasil, em São Paulo.

Esta
é a quinta edição da pesquisa “Marcas de confiança”, cujo resultado,
mais uma vez, reafirmou a força de marcas tradicionais e enfatizou o
descrédito de cidadãos brasileiros na classe política.

Alguns
dos produtos que ocupam o topo do ranking das marcas “eleitas” são tão
populares que seus nomes se confundem com a denominação da categoria à
qual pertencem. A revista avalia todos os anos a percepção dos seus
leitores a respeito de 36 tipos de produtos, segundo critérios de
confiança, modernidade, atendimento ao consumidor, responsabilidade
social e relação custo-benefício.

A pesquisa também verifica a
credibilidade de instituições e profissões de acordo com a visão de uma
amostra nacional representativa de seus quase dois milhões de leitores.

Na
avaliação de confiança nas profissões, nada afeta a popularidade dos
bombeiros, por exemplo, que se mantêm no topo do ranking com 93% de
apoio. Mas, no outro lado da fila, os políticos têm confirmada a
falência de sua imagem: apenas 2% dos brasileiros consultados por Seleções Reader´s Digest ainda conseguem manifestar confiança em relação à essa classe que freqüenta o noticiário sobre mensaleiros e sanguessugas.

Entre
as instituições nacionais, enquanto os Correios imperam com inabaláveis
81% de aprovação, os governos – quaisquer governos – ficam na lanterna
do “torneio de confiança” popular, aprovados por apenas 9% dos
entrevistados.

Confira mais alguns dados levantados pela pesquisa e já revelados pela Seleções Reader's Digest:

Confiança nas instituições
Correios - 81%

Confiança nas profissões
Bombeiros - 93%

Confiança nos jornalistas
Ana Paula Padrão - 85%

Confiança nos apresentadores
Jô Soares - 69%

Confiança nos artistas
Fernanda Montenegro - 89%

Confiança nos cantores
Milton Nascimento e Roberto Carlos – empatados com 77% cada

Confiança nos autores de livros
Luís Fernando Veríssimo - 84%

Confiança nos esportistas
Ronaldinho Gaúcho - 90%

Confiança nos executivos
Antonio Ermírio de Moraes (Votorantim) - 74%

Confiança nos publicitários
Washington Olivetto (W/Brasil) - 52%

Confiança no Brasil

Haverá avanço na medicina: 79%
Diminuirá o número de analfabetos no País: 48%
Haverá oportunidade para compra de casa própria: 41%
O ensino das escolas públicas será de melhor qualidade: 33%
A população terá maior oportunidade de emprego: 29%
A população terá melhores condições financeiras para compra de produtos: 26%
O idoso terá melhor qualidade de vida: 25%
As vias públicas terão melhores condições de acesso: 24%
A população terá melhor assistência médica: 19%
Os mais pobres terão melhor qualidade de vida: 18%
Diminuirá o índice de criminalidade: 11%
Haverá o fim da corrupção na política: 4%



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Diz Tudo!

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Quem me conhece um pouco sabe da minha oposição ao PT, por muitas razões das quais não vejo necessidade de publicar aqui neste blog, até porque este blog tem outras finalidades. Porém o fato de estar publicando a capa da revista VEJA desta semana, tem dois motivos básicos: primeiro uma tremenda obra de arte; e segundo foi o fato de usar o simbolismo de uma única imagem para dizer muitas coisas das quais nosso atual presidente (eu não votei nele!) se diz não saber de nada, das duas uma, ou ele é realmente muito inocente nesta história (coisa que eu dúvido) ou ele acha que nós brasileiros somos muito inocentes (leia-se burros). Bem grandes são as injustiças neste Brasil, mais ninguém esperava nada destas falcatroas que o governo vem apresentando, espero sim que ele possar terminar pelo menos dignamente seu mandato (renunciando-o).


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