Polêmicas a parte - Carlitos Tevez X Corinthians

Como bom corintiano, e eu sei que muitos vão concordar comigo - e outros nem tanto - recebi este vídeo e resolvir reunir duas paixões: uma é claro o meu timão mesmo com toda polêmica que o Sr. Carlitos Tevez vem causando, este comercial da Nike para Argentina, mexe também na rivalidade Brasil X Argentina, então observem os detalhes em geral.

O E-life Monitor - boca-a-boca agora é medido !!

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Pessoal vejam que interessante, mais uma vez prova-se que a criatividade é algo que podemos exercer quando queremos, Alessandro Barbosa Lima e Jairson Vitorino criaram esta empresa que monitora e analisa a comunicação boca-a-boca das empresas, tudo isso virtualmente. Achei fantástica a idéia. Eles realizam pesquisas na internet, para verificar a popularidade e relevância das marcas. E os clientes deles não são fracos.

E-life Comunicação é uma empresa brasileira especializada em monitorar e analisar a comunicação boca-a-boca sobre marcas, produtos e serviços a partir de comunidades on-line, blogues, sites pessoais, fóruns, e onde quer que ocorram de forma pública diálogos espontâneos de consumidores.
A empresa iniciou suas atividades em agosto de 2004 ao monitorar o boca-a-boca on-line sobre a campanha “Porque a Vida é Agora” desenvolvida pela agência de Propaganda Leo Burnett para a Visa do Brasil. A pesquisa foi a primeira desenvolvida no mercado brasileiro para monitoração do boca-a-boca on-line, que se torna transparente com o advento das tecnologias da informação e o conhecimento das redes sociais.
Em 2005 a E-life Comunicação monitorou o boca-a-boca on-line para o Bradesco, empresa pioneira no setor bancário a ouvir o seu consumidor através de canais não tradicionais de comunicação como o Orkut, os blogs e as comunidades on-line.
Atualmente tem ajudado empresas como Wal Mart, Grupo VR, O Boticário, Bradesco, ABN-Aymoré, Editora Moderna e Construtora Tecnisa a avaliar quantitativa e qualitativamente como suas marcas, produtos, serviços e atributos são vistos por milhares de consumidores no Brasil a partir da monitoração e análise de milhares de depoimentos espontâneos on-line.
A E-life Comunicação é uma empresa que utiliza a tecnologia da informação para monitorar e analisar os principais diálogos que estes consumidores estabelecem sobre marcas, produtos e serviços.

Empresa adota jeito dos jovens que pesquisa e mexe com o mercado - BOX 1824


Pessoal vejam que legal e bastante criativo as formas variadas de realizar pesquisa e descobrir a maneira de saber o que os consumidores estão buscando.

BOX 1824 coloca jovens para identificar tendências de consumo e agita multinacionais

Mariana Barbosa

Quando o assunto é pasta de dentes, os jovens estão mais preocupados com o hálito que será sentido pelo parceiro ou parceira do que em conter placas bacterianas. A constatação, fruto da observação do comportamento de jovens feita por observadores igualmente jovens, levou a Unilever a produzir novos sabores da pasta Close-Up, com gosto e cara de dropes e embalagens que lembram histórias em quadrinhos.

Foram três meses de pesquisa de mercado, com 24 jovens observando o comportamento de outros 300 em São Paulo e Porto Alegre. Os encontros aconteciam naturalmente em casa, no trabalho, na balada, na viagem para a praia, sem que os outros 300 soubessem que estavam sendo observados. Assim são os métodos de pesquisa da BOX 1824, empresa de pesquisa de tendência de consumo que está agitando multinacionais e agências de publicidade.

Formada há dois anos por um grupo de jovens de Porto Alegre, a BOX 1824 já conquistou clientes como Unilever, Claro, Pepsico, Editora Abril e AmBev. Com as empresas sedentas por conhecer de perto como os clientes se relacionam com seus produtos em um mundo em constante transformação tecnológica, as pesquisas se transformaram em ferramentas fundamentais de negócios.

A BOX 1824 trouxe para o Brasil uma nova metodologia, chamada por um dos criadores da empresa, Rony Rodrigues, de 27 anos, de "invasão de cenários". Para analisar a relação do consumidor com uma marca de cerveja, por exemplo, a BOX contratou 35 jovens cujo trabalho era freqüentar bares de Salvador durante quatro meses. "A gente procura viver a vida do consumidor sem as interferências das pesquisas tradicionais", diz Rony.

Outra pesquisa, sobre a relação do jovem com a telefonia móvel, inspirou a criação do festival Claro que é Rock, e também um concurso para estimular os jovens a prover conteúdo, como toque de celular e "papel de parede" de computador. "O jovem hoje tem blog, página no Orkut, ele cria seu próprio conteúdo. Percebemos que se a Claro disponibilizasse um espaço para o jovem se manifestar, ela estaria indo de encontro ao que a gurizada quer", diz Rony.

Entrar na casa do consumidor para investigar seus hábitos de consumo é a última tendência dentre as empresas de pesquisa. "Virou moda contratar antropólogos para fazer pesquisas etnográficas, onde o campo é a casa do consumidor", diz a antropóloga Paula Pinto e Silva, sócia da empresa de pesquisa Pletora, que tem a Procter & Gamble entre seus clientes. No Brasil, esse tipo de pesquisa ganhou força no início dessa década. Com o aumento do poder aquisitivo das classes C e D, as empresas recorreram aos antropólogos para desbravar a periferia e descobrir mais sobre os hábitos dessa população.

Nas pesquisas da BOX, frequentemente o observador se confunde com observado, que na maioria das vezes nem sabe que está sendo pesquisado. "Eles fazem um trabalho que é um misto de detetive disfarçado e de pesquisador", explica o diretor de planejamento da agência F/Nazca, Fernand Alphen.

"Isso permite eliminar um vício das pesquisas clássicas que, ao colocar o consumidor diante da situação de pesquisa, acaba modificando o resultado."

A BOX é também uma das primeiras no Brasil a se especializar no público jovem. "O jovem de 18 a 24 é o centro primário de influência da sociedade de consumo global", diz Rony. Os mais novos e os mais velhos, diz, querem ser como os de 18 a 24. "Vivemos na era em que todos querem ser eternamente jovens."

Honda Accord - Parte II

Complementando a matéria sobre o vídeo do Honda Accord, pesquisei e encontrei alguns detalhes a mais sobre esta produção fantástica. Eles tiveram que filmar 606 vezes até dar certo e o filme custou 6 milhões de dólares. O pára-brisa tem sensor de umidade, o que faz com que os limpadores comecem a funcionar e os pneus sobem a rampa, pois eles têm porcas e parafusos fazendo o contrapeso interno. Ele também foi medalha de ouro em Cannes no ano de 2002, data de seu lançamento. Agora espero que alguns alunos tenham a oportunidade de ler e ver os detalhes.

SBT PERDE MERCADO E REAGE CONTRA RECORD

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Essa noticia deve ajudar algumas alunas minha que estão realizando o TCC sobre o SBT, bem espero que elas vejam esta matéria o mais breve possível pois o trabalho está um pouco atrasado e elas não sabem muito bem o que fazer. Então ai vai.

Plasnejamento Estratégico - Market Share

O SBT resolveu reagir contra o crescimento comercial da Record, que, impulsionada pela conquista da vice-liderança de audiência na Grande São Paulo, deve tomar-lhe também o segundo lugar em faturamento.

Até o final do ano, a rede de Silvio Santos irá investir R$ 5 milhões em uma campanha dirigida a anunciantes _que passarão a receber semanalmente uma "newsletter" com audiências e tendências de consumo. Os primeiros anúncios têm o título "Anuncie no SBT".

"Os 20% de participação do SBT na audiência são muito mais do que os 70% da Televisa no México", compara Victor Tobi, consultor de Silvio Santos. "A nossa estratégia será, ao invés de falar em pontos no Ibope, falar em quantidade de telespectadores. São milhões".

Esse trabalho visa melhorar o desempenho apenas em 2007. Neste ano, prevê Tobi, o SBT crescerá 5% ou 6%, abaixo dos 12% das demais redes. Segundo ele, o SBT cresceu 10% no primeiro semestre, enquanto a concorrência aumentou sua receita em mais de 20%.

"Lamentavelmente, de outubro de 2005 a março de 2006, o SBT ficou sem diretor comercial. Os grandes anunciantes planejam em outubro os investimentos do ano seguinte. Perdemos muitas oportunidades por causa disso", admite Tobi.

O SBT deve faturar R$ 800 milhões em 2006, contra R$ 940 mi da Record (incluindo venda de espaço à Universal).


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