Trapézios do Cirque du Soleil também são palcos para o Bradesco

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As gravações do comercial, dirigidas por João Daniel Tikhomiroff, foram realizadas em Buenos Aires, na Argentina, e destacam a preciosidade dos movimentos dos maiores saltimbancos do mundo.

http://www.portaldapropaganda.com

Pessoal como fã desta trupe circense, não poderia deixar de postar aqui essa propaganda que vai estar no ar domingo próximo... quem tiver calibre vai ver muito bom, mas muito caro...

O patrocínio do Bradesco à turnê brasileira do Cirque du Soleil em agosto é o tema da nova campanha da Neogama/BBH que divulga os produtos e serviços da instituição financeira, comparando-os à performance inigualável dos maiores saltimbancos do mundo.

As gravações do comercial que estréia neste domingo, 23 de julho, em um dos intervalos do Fantástico, foram realizadas durante dois dias, em Buenos Aires, exibindo cenas espetaculares, como um salto mortal de trapezistas e o autocontrole de equilibristas, em associação às mensagens de cotejo introduzidas em lettering: “sempre à mão como um Bradesco Dia&Noite” e "ágil como nosso Internet Banking".

No encerramento do filme, enquanto uma equilibrista forma o logo do Bradesco com fitas vermelhas, a locução declara: “Se o Cirque du Soleil fosse um banco, ele seria completo”.

Anúncios em jornais e revistas, peças de mídia exterior e material de merchandising complementam o esforço de comunicação.

Criação de Alexandre Gama, Sidney Araújo e Patrícia Leme. Produção da Jodaf Mixer, com direção de João Daniel Tikhomiroff. Trilha da Tesis.

Futuro dá as caras no Marketing

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Pessoal essa matéria é para os meus alunos e ex-alunos que passaram no primeiro ano pela prova do filme Minority Report, prova de que o seu professor não está tão louco assim, como vocês pensam ou imaginam (risos).

O Estado de São Paulo 17-07-2006

Enquanto um consumidor caminha pela rua, painéis e outdoors detectam sua presença pela leitura da íris dos olhos e mostram propagandas direcionadas ao seu gosto e perfil, inclusive chamando-o pelo nome. A cena se passa no filme Minority Report, dirigido pelo cineasta Steven Spielberg, estrelado por Tom Cruise e ambientado em 2054. Embora seja coisa de ficção científica, alguns programas e portais da internet já usam técnicas semelhantes, provando que o marketing eletrônico direcionado não é algo tão futurístico assim.

O sistema de mensagens MSN Messenger, oferecido pela Microsoft, por exemplo, já é utilizado pelo mercado publicitário em campanhas que pretendem atingir públicos específicos. Quando o usuário do MSN é uma criança, aparece um anúncio da Turma da Mônica; quando é jovem, o produto anunciado pode ser um tocador de música digital.
"Temos cientistas trabalhando nisso", afirma o diretor da área de Vendas Estratégicas da Microsoft para o Canadá e América Latina, Maurício Tortosa. E com razão. "Quando direcionado para a pessoa certa, na hora certa, o retorno do investimento para o anunciante é maior", justifica o executivo.

Em janeiro de 2005, o MSN Messenger contava com 9 milhões de usuários. Onze meses depois, o cadastro saltou para 15,6 milhões de potenciais consumidores. O crescimento da base de clientes, diz Tortosa, oscila entre 5% a 10% ao mês. Segundo o executivo, o MSN Messenger faz campanhas publicitárias direcionadas para 200 empresas por ano, em média. O principal anunciante é a Coca-Cola, além de grandes grupos como a Fiat.

O MSN Messenger trabalha com sete tipos de identificação comercial com o usuário, que variam de acordo com a localização, profissão, idade, dia e hora de acesso à internet, comportamento de navegação, estágio de vida (se é estudante ou está prestes a se casar, por exemplo) e os portais mais visitados. O Brasil conta com quatro dessas modalidades.

ESTÍMULO ÀS VENDAS
Segundo o diretor-geral da consultoria de comércio eletrônico Ebit, Pedro Guasti, aumentou a participação de sites de busca e comparação de preços nas vendas online. Em 2001, lembra o executivo, a participação era de 6%, ante 19% de 2005. Já os negócios gerados por envio de e-mails teve leve recuo no período, passando de 17% em 2001 para 16% em 2005. A contribuição dos banners passou de 5% para 9%, na mesma comparação.

"Hoje é possível, por meio do celular, receber um torpedo quando você estiver passando ao lado de um shopping e ser avisado de uma liquidação", (Esta tática chama-se Móbile Marketing) diz Guasti. Segundo pesquisa da Ebit, no Natal de 2005 as vendas virtuais cresceram 61%, enquanto o comércio tradicional avançou 1,1% em São Paulo.

EM BUSCA DE NOVOS USUÁRIOS
O portal de comércio eletrônico Mercado Livre, com 6 milhões de usuários cadastrados, faz uma espécie de filtro ao enviar e-mails aos seus clientes para estimulá-los a comprar ou vender produtos. Segundo o diretor-presidente do Mercado Livre, Stelleo Tolda, a segmentação é feita de acordo com três parâmetros: data da última transação, freqüência de negociações e gasto médio.

"Há 30 milhões de usuários de internet no Brasil, para uma população de 180 milhões. Mas apenas 6 milhões fazem comércio online. Nosso foco está concentrado em adquirir novos usuários."

Mundo tem apenas sete tipos de consumidores

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Valor Econômico

O mundo não se divide mais entre ricos e pobres, homens e mulheres, jovens, adultos e crianças. A necessidade de otimizar os recursos de comunicação e ao mesmo tempo alcançar o público adequado para cada tipo de marca fez com que a agência de publicidade Y&R desenvolvesse um novo critério para identificar os múltiplos perfis de consumidores: a segmentação psicográfica.

"Dividir as pessoas por classe social talvez não seja hoje o melhor critério. Um motoboy que teoricamente pertence à classe C pode comprar um tênis de grife e pagar R$ 500 por ele. Nem que para isso seja preciso abrir um crediário e pagar em várias prestações”, ilustra Cesar Ortiz, diretor de inteligência de mercado da Y&R Brasil.

Segundo ele, a classificação surgiu do Brand Asset Valuator (BAV), um estudo de marcas realizado pela agência em 42 países, com 350 mil pessoas e atualizado a cada dois anos. São mais de 19,5 mil marcas avaliadas pela metodologia do BAV, e com a inteligência acumulada pelo estudo - que só no Brasil já tem 11 anos de aplicação - foi possível traçar o perfil e agrupar os consumidores nos arquétipos identificados.

A surpresa é que, segundo o estudo, sob o ponto de vista de comportamento de consumo, só há sete tipo de pessoas no planeta: transformadores, exploradores, vencedores, emuladores, integrados, batalhadores e os inconformados. Segundo Ortiz, os integrados predominam no mundo - são a maioria, por exemplo, no Brasil, França e Estados Unidos. "Estamos falando do cidadão médio, que vive a rotina doméstica e considera a relação custo benefício das marcas", diz.

Ortiz afirma que a segmentação psicográfica se aplica a cidadãos de todo o mundo sem que haja grande divergência entre consumidores, de um mesmo perfil, que vivam em países e culturas distintas. "Consumidores do leste europeu tendem a ser mais fechados que os da Europa ocidental, o que não quer dizer que não haja conservadores também no lado ocidental, nos Estados Unidos, na Ásia e na América Latina".

Segundo o diretor da Y&R Brasil, a metodologia tem sido cada vez mais utilizada por empresas com atuação global. E isso reforça a tese de que hábitos culturais e regionais pouco influem nesta leitura padronizada. "Homens e mulheres de 60 anos que se comportam como se tivessem 30 são um fenômeno percebido no mundo todo”.

Em maior ou menor escala, empresas de grande porte têm buscado identificar seus consumidores mais por seu estilo de vida do que pela classe social a que pertencem, diz Ortiz. A fabricante de bebidas AmBev e a operadora de telefonia celular Vivo são exemplos de companhias que recorrem à segmentação psicográfica para orientar a comunicação com seus clientes.

A metodologia tem orientado agências de publicidade e anunciantes também na hora de definir as mídias que receberão os anúncios. "Revistas que falam do mercado de luxo podem não ser a única opção para se alcançar o topo da classe A. Esses consumidores têm interesses diversos e conhecer seu perfil psicológico, saber quais são suas preocupações e anseios abre um leque maior de possibilidades de alcance", diz o executivo.

Ele conta o caso de uma indústria automobilística voltada para o segmento de luxo que mudou não só a mensagem como ampliou as mídias para chegar ao público-alvo. Eles tinham dois concorrentes de peso disputando o mesmo segmento. Cada um vendia seu produto como um ícone que desperta a inveja e a cobiça nos demais consumidores. "Ok, só que o público dessa montadora está mais preocupado com questões ambientais do que em sair se exibindo num belo carro. Eles mudaram o foco da mensagem e em um ano conquistaram a liderança em seu segmento", afirma Ortiz.

Boas Vindas

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Bem vamos começar!!!!
Vou iniciar este espaço, para poder passar informações, conhecimentos, aprendizados e tudo quanto for útil e necessário para você e para mim. Espero que comentem e possamos aprender o exercicio da democracia....welcome a board!

Tire o bode

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A história, infelizmente, não é contada por mim. O autor é o redator-chefe da revista Profissão Mestre, Brasílio Andrade Neto. Tem a ver com os problemas que acontecem em nossa vida.

“Certa vez, um homem foi até um sábio para descarregar suas reclamações: morava em uma palhoça, com crianças berrando o tempo inteiro, a sogra reclamando de tudo, a mulher que só não ficava suspirando pelos cantos porque não havia cantos disponíveis. O sábio pensou, pensou... e perguntou:
— Você cria um bode, não é mesmo?

— Sim.

— Então, coloque o bode dentro de casa.

— Como é que é?! Como isso vai melhorar a minha vida?

— Experimente fazer o que eu disse por uma semana inteira.

Bom, lá foi nosso herói colocar o bode dentro de casa. E depois de uma semana, voltou ao sábio:

— Pomba, sábio, coloquei o bode em casa e as coisas só pioraram! O bode está comendo os poucos móveis que temos, ameaçando chifrar as crianças, fica berrando a noite inteira e não deixa ninguém dormir, fora o cheiro horrível que fica na casa toda.

— Muito bem. Tire o bode da casa e depois volte aqui.

E o sujeito retornou ao sábio depois de uns dias. Era só sorrisos:

— Sábio, muito obrigado! Minha casa agora é um paraíso. Sem o bode lá dentro todos se dão melhor. As crianças podem andar sem medo, minha sogra está toda animada escolhendo novas coberturas para os móveis, a casa está cheirando a limpeza...”

Caro amigo, essa história acontece muito em nossa vida. O problema é que, muitas vezes, somos nós mesmos que colocamos o bode ali. E não o vemos. Passamos a culpar tudo e todos, a buscar soluções mirabolantes para resolver problemas auto-impostos quando só o que é preciso fazer é tirar o bode.