Posted by Prof Luiz Carlos Jr in

Apesar da situação o brasileiro sempre foi otimista, e parece que ainda continuara sendo....
A revista Seleções Reader's Digest inseriu uma nova categoria
à sua tradicional pesquisa anual que destaca as marcas que conquistaram
o maior índice de confiança entre consumidores e clientes em potencial:
o “publicitário mais confiável”. O eleito: Washington Olivetto. O
estudo investigativo é realizado em conjunto com o Ibope e também
apontou que a classe política continua sendo campeã em descrédito entre
os cidadãos consultados.
A entrega do prêmio já tem data agendada: 10 de outubro, com uma grande festa no Tom Brasil, em São Paulo.
Esta
é a quinta edição da pesquisa “Marcas de confiança”, cujo resultado,
mais uma vez, reafirmou a força de marcas tradicionais e enfatizou o
descrédito de cidadãos brasileiros na classe política.
Alguns
dos produtos que ocupam o topo do ranking das marcas “eleitas” são tão
populares que seus nomes se confundem com a denominação da categoria à
qual pertencem. A revista avalia todos os anos a percepção dos seus
leitores a respeito de 36 tipos de produtos, segundo critérios de
confiança, modernidade, atendimento ao consumidor, responsabilidade
social e relação custo-benefício.
A pesquisa também verifica a
credibilidade de instituições e profissões de acordo com a visão de uma
amostra nacional representativa de seus quase dois milhões de leitores.
Na
avaliação de confiança nas profissões, nada afeta a popularidade dos
bombeiros, por exemplo, que se mantêm no topo do ranking com 93% de
apoio. Mas, no outro lado da fila, os políticos têm confirmada a
falência de sua imagem: apenas 2% dos brasileiros consultados por Seleções Reader´s Digest ainda conseguem manifestar confiança em relação à essa classe que freqüenta o noticiário sobre mensaleiros e sanguessugas.
Entre
as instituições nacionais, enquanto os Correios imperam com inabaláveis
81% de aprovação, os governos – quaisquer governos – ficam na lanterna
do “torneio de confiança” popular, aprovados por apenas 9% dos
entrevistados.
Confira mais alguns dados levantados pela pesquisa e já revelados pela Seleções Reader's Digest:
Confiança nas instituições
Correios - 81%
Confiança nas profissões
Bombeiros - 93%
Confiança nos jornalistas
Ana Paula Padrão - 85%
Confiança nos apresentadores
Jô Soares - 69%
Confiança nos artistas
Fernanda Montenegro - 89%
Confiança nos cantores
Milton Nascimento e Roberto Carlos – empatados com 77% cada
Confiança nos autores de livros
Luís Fernando Veríssimo - 84%
Confiança nos esportistas
Ronaldinho Gaúcho - 90%
Confiança nos executivos
Antonio Ermírio de Moraes (Votorantim) - 74%
Confiança nos publicitários
Washington Olivetto (W/Brasil) - 52%
Confiança no Brasil
Haverá avanço na medicina: 79%
Diminuirá o número de analfabetos no País: 48%
Haverá oportunidade para compra de casa própria: 41%
O ensino das escolas públicas será de melhor qualidade: 33%
A população terá maior oportunidade de emprego: 29%
A população terá melhores condições financeiras para compra de produtos: 26%
O idoso terá melhor qualidade de vida: 25%
As vias públicas terão melhores condições de acesso: 24%
A população terá melhor assistência médica: 19%
Os mais pobres terão melhor qualidade de vida: 18%
Diminuirá o índice de criminalidade: 11%
Haverá o fim da corrupção na política: 4%
à sua tradicional pesquisa anual que destaca as marcas que conquistaram
o maior índice de confiança entre consumidores e clientes em potencial:
o “publicitário mais confiável”. O eleito: Washington Olivetto. O
estudo investigativo é realizado em conjunto com o Ibope e também
apontou que a classe política continua sendo campeã em descrédito entre
os cidadãos consultados.
A entrega do prêmio já tem data agendada: 10 de outubro, com uma grande festa no Tom Brasil, em São Paulo.
Esta
é a quinta edição da pesquisa “Marcas de confiança”, cujo resultado,
mais uma vez, reafirmou a força de marcas tradicionais e enfatizou o
descrédito de cidadãos brasileiros na classe política.
Alguns
dos produtos que ocupam o topo do ranking das marcas “eleitas” são tão
populares que seus nomes se confundem com a denominação da categoria à
qual pertencem. A revista avalia todos os anos a percepção dos seus
leitores a respeito de 36 tipos de produtos, segundo critérios de
confiança, modernidade, atendimento ao consumidor, responsabilidade
social e relação custo-benefício.
A pesquisa também verifica a
credibilidade de instituições e profissões de acordo com a visão de uma
amostra nacional representativa de seus quase dois milhões de leitores.
Na
avaliação de confiança nas profissões, nada afeta a popularidade dos
bombeiros, por exemplo, que se mantêm no topo do ranking com 93% de
apoio. Mas, no outro lado da fila, os políticos têm confirmada a
falência de sua imagem: apenas 2% dos brasileiros consultados por Seleções Reader´s Digest ainda conseguem manifestar confiança em relação à essa classe que freqüenta o noticiário sobre mensaleiros e sanguessugas.
Entre
as instituições nacionais, enquanto os Correios imperam com inabaláveis
81% de aprovação, os governos – quaisquer governos – ficam na lanterna
do “torneio de confiança” popular, aprovados por apenas 9% dos
entrevistados.
Confira mais alguns dados levantados pela pesquisa e já revelados pela Seleções Reader's Digest:
Confiança nas instituições
Correios - 81%
Confiança nas profissões
Bombeiros - 93%
Confiança nos jornalistas
Ana Paula Padrão - 85%
Confiança nos apresentadores
Jô Soares - 69%
Confiança nos artistas
Fernanda Montenegro - 89%
Confiança nos cantores
Milton Nascimento e Roberto Carlos – empatados com 77% cada
Confiança nos autores de livros
Luís Fernando Veríssimo - 84%
Confiança nos esportistas
Ronaldinho Gaúcho - 90%
Confiança nos executivos
Antonio Ermírio de Moraes (Votorantim) - 74%
Confiança nos publicitários
Washington Olivetto (W/Brasil) - 52%
Confiança no Brasil
Haverá avanço na medicina: 79%
Diminuirá o número de analfabetos no País: 48%
Haverá oportunidade para compra de casa própria: 41%
O ensino das escolas públicas será de melhor qualidade: 33%
A população terá maior oportunidade de emprego: 29%
A população terá melhores condições financeiras para compra de produtos: 26%
O idoso terá melhor qualidade de vida: 25%
As vias públicas terão melhores condições de acesso: 24%
A população terá melhor assistência médica: 19%
Os mais pobres terão melhor qualidade de vida: 18%
Diminuirá o índice de criminalidade: 11%
Haverá o fim da corrupção na política: 4%
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