Vou sentir falta dos outdoors!!!

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É realmente uma pena que a capital da maior cidade do país não vai poder mais contar com a mídia outdoor, é claro que algumas são totalmente dispensáveis e desnecessárias, mais fala sério tem umas que são verdadeiras obras de arte, além de muito inteligentes veja os exemplos acima.





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MTV aposenta videoclipe

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Emissora acredita que formato migrou para o computador

A MTV Brasil vai deixar de exibir videoclipes. Nascida há 16 anos justamente para exibir as versões visuais das músicas de sucesso, a emissora considera que o formato deixou de fazer sentido para a televisão.

Programas que só passam videoclipes, como o Disk MTV ou o Chapa Coco, vão sair da grade em 2007. "É um formato que está cada vez mais ligado ao mundo digital", diz Zico Góes, diretor de programação. Eles só irão ao ar se estiverem dando suporte a alguma atração. "Quando surgimos, em 1990, não havia outro lugar para assistir a videoclipes, e a programação era 90% baseada neles. Hoje, há uma abundância de opções."

O fato é que o clipe migrou da televisão para o computador e a MTV acompanhou esse movimento. Em setembro, a emissora lançou no Brasil o Overdrive, um site feito exclusivamente para usuários de banda larga que conta com 7 mil clipes musicais (até o fim do ano serão 12 mil), além de material produzido pelos próprios espectadores.

"A MTV deixa de ser um canal de televisão e passa a ser um canal", diz Góes. A idéia é se relacionar com o público de maneira múltipla, bem ao estilo do jovem do século XXI. Além da emissora em UHF, do Overdrive, do site tradicional e da revista MTV, a emissora prepara o lançamento da Rádio MTV, em janeiro.

O diretor geral do canal, André Mantovani, disse que as negociações para a compra de espaço numa rádio paulistana estão em estágio avançado. "Só falta assinar o contrato." O executivo não disse quanto tempo de programação da emissora será ocupada pela MTV.

"O que eu posso dizer é que queremos provocar o mesmo efeito, no rádio, que a chegada da MTV provocou na televisão, em 1990. As pessoas vão ouvir e nos identificar imediatamente".

Mantovani disse que 2006 foi um ano de crescimento, embora a emissora tenha sido atrapalhada pela Copa do Mundo e pelas eleições. "É natural que as verbas migrem para canais que estejam relacionados a esses acontecimentos. Mas nossa equipe comercial ralou bastante e fechamos o ano com crescimento de 9% em faturamento".

A audiência dentro do público-alvo (jovens de 15 a 29 anos) cresceu 12%, segundo ele. Para 2007, ele prevê um avanço ainda maior, pois o mercado volta "ao normal" sem Copa do Mundo e eleições.


Foto Famosa...

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Me perguntaram porque eu não postava matérias sobre fotografia, já que sou um amante da película?! Bem fiquei sem resposta, porém vou começar então já dando uma paulada derrubando dois coelhos - sem violência, é claro - Aqui vai uma foto muito interessante, da qual originou o filme estrelado por Tom Hanks, Terminal, onde o protagonista vai cumprir o último sonho de seu pai falecido, pegar o último autografo que faltava de todos os músicos que estavam na foto abaixo tirada no Harlem, um dos berços do Jazz. O mesmo passa por problemas no terminal do aeroporto de New York, mas no final consegue realizar seu objetivo. Fica marcado pelo fato de ser veridico, e pela bela fotografia em preto e branco. Então vai abaixo a famosa foto destes incriveis jazzistas. Segue o link do autor da foto conhecida como Harlem 1958, Art Kane, vale a visita e ver o nome de todos na foto.
http://www.artkane.com/thumbnails/harlem.html



Buy Nothing Day - "Dia de Não Comprar Nada"

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Dia 24 de Novembro e dia 25 foram os dias escolhidos para o “Buy Nothing Day” organizado pelo Adbusters para conscientizar as pessoas sobre nosso consumismo exagerado e sem controle.

Para participar é simples, bastava não comprar nada!!! Os americanos são os principais aderentes deste movimento porque são o degradador ambiental N°1 do mundo.

Qual a quantidade de lixo que produzimos? E a quantidade de material reciclável? E nossos recursos naturais? Até quando ignoraremos o disperdício destes recursos que atuais e futuras corporações produzirão?

Se você acha que por causa da fome corporativa de expandir negócios e abrir mercados não está levando a sério o nosso ambiente, então a única maneira de afetar estes negócios é simplesmente não comprando deles e espalhando a palavra para que outros façam o mesmo.

Acredito que todos nós podemos criar marcas com atitude, que façam a diferença e que realmente tomem uma posição frente a situação global em que vivemos. Vale a pena pensar um pouco hoje, para ganhar um montão amanhã...


Digitalize suas memorias... Kodak

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É uma pena para quem realmente gosta de fotografia analogica, mais temos que nos render as novas tecnologias, se até a tradicional empresa Kodak, mudou por que seria diferente comigo?! Pra dizer sobre esta nova tecnologia, gostei desta campanha, onde o anúncio diz para digitalizarmos as nossas memorias, fazendo aluzão às camêras digitais, porém pegando uma imagem antiga, ou seja, também é possivel digitalizarmos nossos arquivos fotograficos. Em resumo é o fim do velho, bom e tradicional álbum de familia. (clique na imagem para ver mais detalhes)

DESCULPAS...

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Tenho que pedir desculpas, por ter ficado fora por alguns dias, pode parecer que não mais já me cobraram e fico contente com isto. Não serve como desculpa, mais estava um tanto quanto enrolado com o TCC ( Trabalho de Conclusão de Curso) da minha turma, e logo depois com outro evento o Sarau/2006, onde ambos deram um tremendo trabalhão. Mais tudo bem já estou de volta, para trazer mais noticias e curiosidades do mundo da comunicação. Obrigado e espero seus comentários...

Red Bull Racing nas ruas de Sao Paulo

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O MARKETING DO BOCHICHO

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Empresas investem em campanhas que misturam publicidade com a vida real - e algumas se dão muito mal com isso.

No mundo da publicidade, o termo buzz marketing é usado para definir estratégias arrojadas (e um tanto quanto subversivas) de promoção de um produto ou marca. A idéia é criar situações de impacto que chamem a atenção pública e sejam propagadas por um gigantesco boca-a-boca -- daí o nome buzz, que poderia ser traduzido como "bochicho". Até recentemente, a estratégia vinha sendo utilizada timidamente por empresas e publicitários brasileiros, situação que começa a mudar.

Há três semanas, a atriz e modelo Karina Bacchi e o antigo garoto-propaganda da cerveja Kaiser, o espanhol José Valien, foram fotografados em circunstâncias que sugeriam um romance entre eles -- tomavam cerveja juntos e trocavam beijos na despedida. As fotos saíram numa revista de celebridades, e a história ganhou fôlego na internet e em outras publicações. Na semana passada, a Kaiser divulgou seu novo filme, estrelado por -- surpresa! -- Karina e Valien. A mexicana Femsa, dona da marca, não fala sobre o assunto, e a agência da empresa, a Fischer America, diz que não tem nada a ver com o possível romance dos dois -- seu papel teria se limitado a criar apenas um anúncio de oportunidade com a súbita exposição do casal. "A questão nesse caso nem é se o romance é oficial ou não. O fato é que está todo mundo falando do Baixinho da Kaiser, e isso é uma forma de ressuscitar a marca, que andava bem sumida", diz Gustavo Fortes, diretor de planejamento e criação da Espalhe, agência especializada em ações de marketing alternativo.

Em meio à selvagem competição pela preferência do consumidor, aparecer e destacar-se em meio à concorrência tornou-se imperativo para marcas e produtos. É nesse ponto que o buzz marketing ganha relevância, pois, baseado numa estratégia que combina propaganda convencional com tititi, a campanha ganha a dimensão de notícia. Às vésperas do Grande Prêmio Brasil, em São Paulo, a empresa de bebidas Red Bull deu uma tacada de mestre nesse sentido. Patrocinadora de uma equipe de Fórmula 1, a Red Bull convocou seu piloto reserva, o alemão Michael Ammermuller, para se exibir com um dos carros de corrida no centro da cidade, num circuito de 7 quilômetros que ia do Teatro Municipal ao parque do Ibirapuera. Apesar de ter acontecido às 5 e meia da manhã de uma quinta feira chuvosa e durado apenas 3 minutos, a performance foi documentada por várias câmeras estrategicamente instaladas -- uma delas em um helicóptero -- e por um batalhão de fotógrafos. As fotos do carro com a logomarca da empresa correndo nas ruas de São Paulo -- situação nunca vista antes -- foram publicadas em todos os grandes jornais. O filme da performance, providencialmente arquivado no site YouTube, foi visto por mais de 300 000 internautas. É um resultado que jamais seria atingido caso a empresa se valesse apenas do desempenho de sua equipe nas pistas para aparecer. No GP Brasil, o melhor resultado obtido por seu principal piloto, o holandês Robert Doornbos, foi um obscuro 12o lugar. O outro, o inglês David Coulthard, nem sequer terminou a prova. "As empresas aprenderam a explorar ferramentas como o YouTube e já produzem seu material especificamente para a divulgação no site", diz Sérgio Mugnaini, diretor de criação de internet da agência AlmapBBDO.

Falem de mim

As novas táticas das empresas para fazer barulho na internet
Uma foto de Gisele Bündchen com um notebook da Apple nos bastidores de um desfile ganhou os blogs americanos e alimentou boatos de que ela seria a nova garota-propaganda da marca — o que nunca foi confirmado nem desmentido. Já o filme feito para promover um game da Atari mostrava o Air Force One sendo pichado. O vídeo assustou o FBI e virou sucesso do site YouTube.

O buzz marketing surgiu nos Estados Unidos há seis anos como alternativa ao marketing e à publicidade tradicionais. O objetivo inicial era fugir dos custos dos comerciais de TV e ao mesmo tempo atingir públicos qualificados. Os pioneiros do buzz marketing procuravam repetir a trajetória extraordinária do filme A Bruxa de Blair, uma produção quase amadora que custou 35 000 dólares e arrecadou uma soma dez vezes maior nas bilheterias. O principal trunfo dos criadores do filme foi divulgar a história em um site de internet como se fosse real -- as imagens seriam tudo o que restou de uma expedição que investigava a lenda de uma bruxa em uma floresta. Uma das primeiras grandes corporações a aderir ao buzz marketing foi a Ford, em 2000. Ao lançar o modelo Focus no mercado americano, a empresa identificou 120 jovens formadores de opinião e com potencial para influenciar o comportamento de outros jovens e deu a cada um deles um automóvel. O trabalho dos jovens restringia-se a exibir o carro o máximo possível. O resultado foi medido em números: 286 000 Focus foram vendidos apenas com esse tipo de ação, e o modelo chegou a superar em vendas o Honda Civic, seu maior concorrente.

Ao mesmo tempo que é uma estratégia poderosa, o buzz marketing implica riscos.

Na semana passada, a rede de supermercados Wal-Mart se viu numa situação constrangedora envolvendo uma dupla de blogueiros que percorria os Estados Unidos a bordo de um trailer. Jornalistas respeitados com colaborações em jornais de grande porte, como o The Washington Post, os blogueiros pernoitavam nos estacionamentos da rede e registravam suas aventuras numa espécie de diário na internet. Em meio às histórias contadas pela dupla, os internautas começaram a estranhar o tom elogioso aos supermercados, principalmente quando se tratava de entrevistas com funcionários -- um ponto crítico na imagem pública da rede, acusada de explorar seus trabalhadores. A verdade veio à tona quando se descobriu que ambos eram pagos pela agência de relações públicas do Wal-Mart. A epopéia no trailer foi abortada e o dono da empresa de relações públicas, Richard Edelman, foi obrigado a pedir desculpas pelo erro e assumir toda a responsabilidade pelo incidente. "Fazer buzz marketing não é coisa simples", diz Ricardo Al Makul, responsável pela área de internet e mídia alternativa da agência de publicidade paulista Lew'Lara. " O consumidor pode se revoltar ao perceber que é parte de uma armação e passar a boicotar a marca ou o produto."

Nós colocamos seu talento pra fora!

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Existem algumas coisas que realmente não compreendo como podem ser feitas. Uma delas é esta campanha assinada pela Young & Rubicam para a IDIAC - Interior Design Institute & Criative Academy, que relação é possível ver em tirar o cérebro para fora, com tirando o talento para fora!?!?!?!? Eu ficaria com medo de estudar neste instituto, por mais moderno e interessante que ele fosse. Eu hein!!!!

Mantem suas roupas sempre pretas!!!

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Nesta campanha o produto - um tipo de alvejante para roupas pretas - Perlana, promete manter a força do preto de suas roupas (pretas). O diferencial é mostrar animais fortes com simbolizando a cor preta. Muito criativo e diferente pois a maioria dos produtos de limpeza de roupas promete deixar mais branco ou mais colorido. E agora surge um produto que deixa suas roupas mais pretas, diferente e sem preconceitos...

Sundown - Ótima campanha.

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Não tem um que ao ver esta estas imagens não torça ou se redobre para girar e ver a imagen num todo. A campanha é muito boa, pois tras a tona uma questão muito antiga: O mundo gira em torno do sol, ou o sol gira em torno do mundo. Porém vale alertar que muito sol pode ser prejudicial para a pele, apesar do bronzeador.

ANÚNCIO NO BANHEIRO - PUBLICIDADE INDOOR GANHA ESPAÇO.

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Jovem empresa de Curitiba quebra paradigmas, espalha-se pelo país e cresce 600% com seus projetos de mídia indoor.

O recém-aprovado projeto de lei “Cidade Limpa”, que proíbe peças de mídia exterior na cidade de São Paulo, criou muita polêmica. Enquanto a prefeitura defende a medida afirmando que a cidade está afogada em anúncios, a maioria dos envolvidos reclama que a medida vai resultar em perdas financeiras. No meio dessa confusão, Ernesto Villela, diretor geral da curitibana Enox Indoor Experience, arruma sorridente o seu novo escritório em São Paulo (SP), que deve ser o ponto de partida para a conquista definitiva do maior mercado de publicidade indoor do país.

O investimento em mídia exterior no Brasil é quase o triplo do que se aplica na internet. Em outdoors,empenas (cartazes nos prédios), backlights e outras peças do gênero, foram aplicados R$ 680,6 milhões em 2005 (cerca de 6% do bolo publicitário total).Com a proibição em São Paulo, a expectativa de Villela é que parte desse público migre para o mercado indoor.
Criada em 2003 por três jovens amigos, a Enox pretendia ser o veículo para a publicidade entrar — com classe — nos banheiros. Eles achavam que aqueles poucos minutos em que o jovem fica nos banheiros das baladas poderiam ser utilizados para veicular alguma mensagem. E foram atrás de quem acreditasse nessa idéia.

Logo de cara perceberam que o mercado de entretenimento estava bastante desorganizado, não havia uma relação dos empreendimentos e do público que os freqüentava, o que levou Ernesto a procurar,um por um, os melhores bares e baladas de Curitiba. Em menos de três meses ele já havia fechado contrato com os proprietários dos 100 melhores estabelecimentos da cidade, que deram à Enox a exclusividade no uso de seus interiores. Com os contratos nas mãos, eles foram às agências de publicidade.

“Algumas nos olharam como se nossa proposta fosse uma indignidade — tinham certeza de que seus clientes não queriam anunciar nos banheiros,mesmo que das melhores casas”,diz Villela. Mas muitas outras gostaram da idéia.No mês seguinte, a Enox fechava acordo com as maiores academias de ginástica de Curitiba, e no final daquele ano já tinham exclusividade também nos melhores estabelecimentos de Porto Alegre (RS) e Maringá (PR). Naquela altura, a Enox veiculava anúncios da GM, Fiat, Coca-Cola, Sony, Gillete, L´Oreal, Nestlé, Renault, Unilever, O Boticário e Toyota.

Em 2005 conquistaram Londrina, Joinville, Campo Grande, Brasília e Salvador, e em 2006 desembarcaram em São Paulo e no Rio.“Se queremos operar nacionalmente,precisamos estar aqui, onde estão as grandes agências, que trabalham a estratégia global para seus clientes”, afirma Villela.Hoje a empresa possui escritórios em 12 municípios, onde detém 100% do espaço indoor dos principais estabelecimentos de lazer e cultura voltados para o público-alvo A e B.
Exatamente porque se trata de um público exigente, o esquema montado em cada um dos escritórios prevê uma ronda semanal por todos os pontos onde a Enox mantém um anúncio para checar as condições do produto. Tem molduras que mantêm alguns produtos acoplados — o cartaz do desodorante,por exemplo, tem uma peça que permite que seja acoplado um frasco do produto para que os jovens na balada, ou na academia, possam experimentá-lo. O reabastecimento da peça é feito por essa equipe, que também pode trocar a moldura se ela tiver sido danificada. Cada peça permanece no display por 28 dias, e logo que um anúncio é retirado outro ocupa o lugar.

Com a ampliação da clientela e dos anunciantes, a Enox foi além do banheiro, e hoje atua com projetos que incluem backlights, displays (clássicos), adesivação de espelhos, displays de fôlder, displays de sampling (com amostras grátis ou testers de perfumes), ações promocionais dentro de estabelecimentos, uniformização de funcionários com foco em campanhas específicas, distribuição de amostras grátis e bolachas de chope personalizadas. “Nossa meta, a médio prazo, é fazer com que a mídia indoor seja vista como uma opção de investimento tradicional e não mais como mídia alternativa”, explica.Com relação à publicidade no banheiro, ela retém a atenção do consumidor por até 4 minutos, ante os 3 a 5 segundos da propaganda impressa convencional.Esse argumento é imbatível na defesa do modelo.

Como encontraram o mercado de Curitiba bastante desorganizado,Villela criou um relatório minucioso que é preenchido por seus clientes.Dessa forma ele hoje tem um banco de dados nacional que lhe permite, rapidamente, saber que público freqüenta cada um dos estabelecimentos e em que dias da semana.

Esse trabalho dedicado vem dando bons resultados. Em 2005 a empresa elevou em 600% o seu faturamento em relação a 2004. Hoje a Enox tem contrato exclusivo com mais de mil estabelecimentos, onde mantém cerca de 5 mil pontos de mídia instalados. A meta é terminar dezembro com 7 mil pontos em todo o país.

Como último argumento para provar que a mídia indoor não é uma forma alternativa, mas deve constar como um investimento normal nos planos das agências, Villela lembra que o fluxo anual de consumidores que circula nessas casas é superior a 70 milhões.

FILME OU MERCHANDISING?

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Depois da Fedex agora é a vez da Starbucks, com Tom Hanks.
Se antes as ações de merchandising se limitavam a uma cena do filme, agora vão ocupar a história inteira e condicionar o consumidor a sair do cinema com a marca no seu cérebro. A motivação que leva anunciantes a apostarem no conteúdo em si para dar maior permanência às suas mensagens marca forte tendência da publicidade. Com a televisão digital, o público passa a ter recursos tecnológicos para deletar o que não quer assistir. O intervalo comercial pode cair em desuso e a propaganda tem de encontrar outros canais para se comunicar com a platéia.

No filme Náufrago, por exemplo, bastava que Tom Hanks se atracasse por alguns minutos na telona com embalagens da FedEx, para se atingir o objetivo. Agora Hanks vai protagonizar um publicitário desempregado que trabalha em uma cafeteria da rede Starbucks, em How Starbucks Saved My Life, previsto para estrear em 2007. A marca é co-protagonista e não sai de cena.
Nessa linha de merchandising revisitado, que o meio publicitário denomina de "propaganda tratada como conteúdo e não como publicidade", a iniciativa mais festejada é a do filme roteirizado pela agência da moda no foco dos profissionais do ramo, a Crispin Porter + Bogusky. Preparada para a Burger King, a proposta da agência prevê até porcentual de participação na bilheteria do filme.No Brasil, a colocação da marca intermeando o roteiro de um projeto de entretenimento não alcançou o cinema. Até porque, aqui ele não tem a força da produção hollywoodiana. Mas a tendência já desembarcou na televisão.
O seriado Mothern, inspirado no blog criado pelas publicitárias Laura Guimarães e Juliana Sampaio sobre as dificuldades de conciliarem maternidade e profissão, foi lançado em agosto no canal GNT e já detém a vice-liderança na televisão por assinatura, segundo o Ibope. "A Unilever, Nestlé, Johnson & Johnson e Laboratórios Bristol entram na história de forma natural", conta João Daniel Tikhomiroff, presidente da Mixer, agência que idealizou o projeto.
Sérgio Valente, presidente da DM9DDB, acredita que o truque que está por trás dessa movimentação atual poderia se resumir no velho conceito de que boa propaganda tem a obrigação de surpreender. "Hoje, no universo multimídia, isso se dá interferindo nos conteúdos.""Nunca gostei de ações de merchandising invasivas, que interferem na cena e provocam desconforto", diz Paulo Camossa, diretor-geral de mídia da AlmappBBDO. "O caminhão da Volkswagem no seriado Carga Pesada, da Rede Globo, por exemplo, surge quase como coadjuvante nas aventuras de Antônio Fagundes e Stênio Garcia. Alguns episódios foram adaptados para se falar de freios, mas de forma integrada à trama", explica.
Os comerciais de 30 segundos, que sempre reinaram na propaganda brasileira, não vão acabar de uma hora para outra, mas terão menos relevância com esses avanços. "A tendência da publicidade se dirigir para mídias mais diferenciadas e mais eficientes é irreversível", diz Antônio Fadiga, presidente da FischerAmérica. "Aqui já temos uma pessoa dedicada a estudar soluções fora da mídias convencionais."
Para Fadiga, o maior impasse ao avanço do uso de outros canais decorre da forma de remuneração das agências no Brasil. Aqui, a receita delas está, em boa parte, atrelada à negociação da veiculação dos comerciais. "Lá fora há empresas especializadas em aproximar anunciantes de produtores e roteiristas de cinema, caso da Media MatchMaker."A receita de merchandising nos EUA já cresceu 30% este ano em relação a 2005.

A CHANA VEM AÍ.

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Carro Asiático
Acreditem: o nome é isso mesmo que você leu
O nome vai render muita piada, mas é um marco na in­dústria automobi­lística. Chama-se Chana (isso mes­mo que você leu) o primeiro carro chinês a ser vendido no Brasil. No Salão do Au­tomóvel de São Paulo serão apresentados três modelos a partir de R$ 25 mil que devem competir com Kombis e as antigas Towners. Outras duas montadoras chinesas também come­çam as exportações para o Brasil no ano que vem.
Fico somente preocupado quando tivermos um acidente automobilistico - é claro - entre um Picasso da Citroen e uma Chana. ahahahah essa vai ser muito boa.

"Coca frita" é a nova receita de sucesso nos EUA

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Não deixa de ser propaganda gratuita para a empresa, mas um doce feito com Coca-Cola virou moda nos EUA. Trata-se da “Coca frita”, um bolinho que é mergulhado no refrigerante e banhado no xarope de coca antes de ser frito. Essa receita, do chef Abel Gonzáles Jr., ganhou o prêmio de prato mais criativo na feira estadual do Texas e, desde lá, foi ficando famosa por todo o país.
"Recebemos ligações de todas as partes desde que o lançamos", contou Elizabeth Martin, porta-voz da feira estadual da Carolina do Norte, ao "Dallas Morning News".
Nessa feira, já foram vendidos 16 mil copos com as bolinhas de “Coca frita”, só nas duas primeiras semanas.
Será que a moda do bolinho de coca-cola frita vai pegar por aqui também?
Engraçado,Não? Por que não divulgam que coca-cola,tira manchas de grachas das roupas,limpa carborador de carro,limpa vaso sanitário, é utilizada para tirar manchas de sangue em acidentes nas estradas e serve para muitas outras coisas e acaba com a saúde do ser humano, provocando:Artrose, doença no estômago, celulite, estrias e muitas outras doenças... Como gosto da minha saúde prefiro comer - e beber - outras coisas mais saudaveis.

Olympus e Sony - quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?!

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Primeiro a Olympus lançou uma nova máquina ultra fina em seguida a Sony resolve lançar também uma máquina ultra fina, talvez a propaganda não precisasse ser igual ou bem parecida.

Eu considero uma grande idéia, e a concepção também muito boa, mais vai ai a máxima: No mundo nada se cria, tudo se cópia. Será?!

Marketing Viral - Palmolive

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Salão Virtual no site de Palmolive permite simular cores e cortes de cabelo em sua própria foto e enviar o resultado aos amigos

Há um mês a Colgate-Palmolive vem utilizando uma nova ferramenta em seu site: o Salão Virtual Palmolive, um programa onde é possível fazer o upload de uma foto do próprio rosto e testar diversos tipos de cortes e cores de cabelo. Que mulher nunca quis saber como ficaria com aquele corte antes de se entregar à tesoura? O Salão Virtual Palmolive, online desde o início de agosto no site www.palmolive.com.br, permite testar novos looks ao mesmo tempo em que envolve o consumidor no universo da marca.

A proposta do Salão não é vender produtos mas sim entreter o consumidor, que ao final da brincadeira pode enviar sua foto modificada para os amigos. No entanto, antes de enviar a foto é preciso inserir alguns dados rápidos como nome, idade e e-mail. É marketing viral, mídia espontânea e interação com a marca, tudo integrado em uma só ferramenta. A autoria da solução é da Pixel Software, empresa especializada em tecnologia para o ponto de venda, seja ele físico ou virtual.

Com o excesso de informação na mídia hoje, uma das estratégias que as empresas têm adotado para conquistar o consumidor é envolvê-lo enquanto ele está desarmado. Não com propaganda, mas sim com entretenimento. Surpreender para gerar publicidade espontânea, usando o próprio consumidor como mídia. Nesse sentido, a Pixel desenvolve caminhos interativos para conquistar o consumidor, oferecendo a ele uma experiência imersiva com a marca e criando vínculos para o relacionamento pós-venda.

Anti Propaganda para T Mobile é pior que fofoqueira.

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Como sempre costume dizer a pior coisa que existe nos meios publicitários é a anti propaganda, esta foto com um adesivo de pouco em pouco foi se espalhando na Internet e não escapou de nossos radares. É um adesivo dizendo que o Serviço ao Cliente da T- Mobile não presta. ” Estou preso com eles por um ano, VOCÊ não precisa estar!”.

Aqueles blogueiros que são clientes da T Mobile e também não receberam bom atendimento espalharam mais ainda a foto falando sobre o que aconteceu com eles.

O resultado foi uma calorosa discussão a respeito da empresa e suas taticas de marketing para prender os clientes. A maioria se sentiu manipulada pelas campanhas que prometiam uma coisa mas depois não cumpriam.

As empresas têm que estar antenadas e ficar de olho no que a blogosfera fala sobre elas, pois podem influenciar muito outros consumidores.

Walkie Talkie no ponto de ônibus

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Realmente a cada dia onde não esperamos mais ser surpreendidos por novas campanhas publicitárias, surgem novas idéias. E pra variar a maioria é muito criativa e engenhosa além é claro de fazerem um tremendo sucesso, vejam o caso desta campanha da Solo Mobile, para divulgar o seu novo telefone celular walkie-talkie a empresa decidiu atacar os pontos de ônibus das cidades de Vancouver, Toronto, Montreal e Calgary no Canadá. Colocaram o outdoor da foto que vem realmente com um walkie-talkie que pode se conectar com outros pontos de ônibus espalhados na cidade, ou até mesmo em outra cidade.

Esta ação estimulou a interação da população que perguntava através do outdoor se o seu ônibus já havia passado pelo ponto, monitorando assim o percurso dele. Muita gente apenas batia papo pelos outdoors o que gerou bastante buzz ao redor do produto.

Campanha para a Olimpíada Nacional das APAEs é de emocionar!

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A Ponto de Idéias, com sede em Araraquara e escritório em São Paulo, planejou e desenvolveu uma bela campanha para a XVIII Olimpíada Nacional das APAEs, evento que começou nesta sexta-feira, 6 de outubro, e prossegue até dia 13 deste mês.

Incorporando a prática da responsabilidade social, o esforço de comunicação foi criado e desenvolvido sem custos para a instituição, assim como as inserções na mídia que são fruto de parcerias realizadas pela agência.

A máxima "Todo atleta supera limites. Os nossos nasceram superando” é destacada em todas as mensagens publicitárias protagonizadas pelos próprios membros da APAE de Araraquara, no interior de São Paulo, onde acontece o evento.

O fator determinação é evidenciado como condição sine qua non para a superação de obstáculos nas peças idealizadas pela agência, reflexão que pode parecer óbvia, porém é justificada e potencializada pela força de vontade e capacidade resolutiva dos atletas especiais. As imagens registram momentos dos esportistas em modalidades que farão parte da Olimpíada, ao mesmo tempo em que convidam o público a prestigiar o evento.

Além do filme de 30’’, que será veiculado graciosamente nas TVs Bandeirantes, EPTV (filiada à Rede Globo) e RedeTV!, a Ponto de Idéias também elaborou um spot de rádio, anúncios para jornal, outdoor e busdoor, embora apenas praças do interior do estado de São Paulo façam parte do plano de mídias impressas.

Ciente da importância da postura cidadã das empresas no mundo contemporâneo – postura esta que pode servir de exemplo para que a população em geral busque envolvimento com causas que necessitam de ajuda e defesa –, a Ponto de Idéias faz questão de se dedicar a campanhas de responsabilidade social, no mínimo uma vez por ano.

Além deste trabalho executado especialmente para a Olimpíada Nacional das APAEs, a agência já criou ações de propaganda de cunho social para o combate à violência infantil, a valorização do trabalho profissional dos ex-catadores de lixo de Araraquara e duas campanhas para a inclusão dos portadores de deficiência no mercado de trabalho. "Cinco anos de agência, cinco campanhas solidárias", prega sua equipe.

Talentos não devem ser desperdiçados

A XVIII Olimpíada Nacional das APAEs é um evento sem fins lucrativos que oferece a oportunidade para que 1.000 atletas com deficiência de todo o Brasil evidenciem seu talento para o esporte.

Durante toda a semana da Olimpíada Nacional, jovens com idade a partir de 12 anos competem em nove modalidades esportivas: atletismo, basquete, futebol de salão, futebol de campo, ginástica olímpica e ginástica rítmica desportiva, além de handebol natação e tênis de mesa. Há ainda duas modalidades de apresentação: o judô e a capoeira.

Entre as 27 unidades da Federação, 23 estarão representadas por suas delegações. Somente Alagoas, Pernambuco, Roraima e Sergipe não participarão da etapa nacional deste ano. A maior delegação, em número de atletas, é a do Paraná, com 53 jovens, seguida por Minas Gerais (52) e Bahia (50).

OUTDOOR. PROIBIDO NA BIG APPLE.

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Tal como lá, tal cá! ou Tal como cá, tal lá...
O Conselho Municipal de Nova Iorque acaba com um indústria ilega de US$ 25 milhões/ano.


Nova Iorque - Nova Iorque é um playground para os profissionais de marketing, qualquer parede é uma oportunidade, seus edifícios tricotam uma trilha de anunciantes para atrair e conquistar pessoas que passam pelas ruas da cidade. Não mais, se a assembléia municipal conseguir se impor.O conselho municipal vai derrubar uma indústria ilegal de propaganda que fatura US$ 25 milhões/ano. Quase todos os grandes anunciantes dos Estados Unidos têm algum outdoor nesees locais proibidos. Especificamente, o conselho tem como alvo: outdoors, pinturas e banners que aparecem em marquises, andaimes, rodovias e edifícios residenciais.Apesar de valerem US$40,000 a US$50,000 por mês em mídia, esses locais são procurados por anunciantes que customizam os espaços com criatividade e transmitem a mensagem de seus produtos. No entanto, freqüentemente são mídias ilegais, de acordo com cálculos da prefeitura de Nova Iorque, pelo menos 20% desses outdoors violam uma de suas leis.Claro que isso não é nada novo, mas a cidade está perseguindo com mais rigor os violadores. A pressão coincide com o recente e lucrativo contrato entre a prefeitura e o grupo espanhol de outdoors Cemusa. No contrato está previsto novas regras e equipamentos para colocação de outdoors na cidade de Nova Iorque.
Grandes anunciantes como o Citibank, Apple e Coors Brewing estão com suas marcas expostas em locais proibidos ou sem licença. Um porta-voz de Citibank disse que a companhia estava “olhando com atenção ao assunto" e transferiu a responsabilidade para central de mídia Kinetic, cujo o responsável estava indisponível para um pronunciamento. A direção da Coors disse que " as compra de mídia são realizadas de forma legal em locais devidamente autorizados." A Apple não se pronunciou a respeito.
“Há muito dinheiro correndo por aqui". Disse um vendedor de outdoors que preferiu manter-se anônimo. “O volume é muito alto. Você tem que desejar muito para fazer algo a respeito.”


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AGÊNCIAS E CLIENTES BUSCAM O SUBSTITUTO DO OUTDOOR.

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Empresas multinacionais que exploram a publicidade no mobiliário urbano (pontos de ônibus, bancos em praça pública, relógios de rua e lixeiras, entre outros) tendem a ser as maiores beneficiadas com a Lei 379/06 aprovada na terça-feira pela Câmara Municipal da cidade de São Paulo. A lei restringe veiculação de anúncios publicitários (outdoor), faixas e cartazes em veículos, edifícios, e fachadas de prédios em toda a cidade e disciplina a utilização de cartazes mesmo que informativos.
"Para nós é muito positivo e poderemos ser beneficiados indiretamente porque já usamos toda a capacidade instalada", diz o presidente da multinacional francesa JC Decaux, Frederic Schwab que comercializa espaço publicitário nos 340 relógios de rua de São Paulo.

Além da JC Decaux, a multinacional espanhola Corporação Européia de Mobiliário Urbano S/A (Cemusa)(Essa mesma empresa fechou um acordo bilionário com a prefeitura de Nova Iorque. A Cidade de Nova Iorque também modificou sua legislação, o que favoreceu a empresa espanhola. Assim como está ocorrendo aqui, o tema vem sofrendo muitos questionamentos. Uma das maiores empresas do setor no mundo, a Cemusa venceu concorrência, em setembro de 2005 para explorar o mobiliário urbano da cidade de Nova York, por 20 anos. Hoje, a JC Decaux e a Cemusa já atuam em Salvador.

Segundo o secretário de coordenação das sub-prefeituras de São Paulo, Andrea Matarazzo , a prefeitura paulistana prepara licitação para o mobiliário urbano de São Paulo. "Deve sair ainda neste ano", disse ele.

Raul Nogueira Filho, presidente da Central de Outdoor, entidade que reúne 1.321 empresas de mídia exterior em todo o Brasil, disse que o setor ainda não chegou a uma conclusão do que fazer com seus negócios diante da nova determinação legal - as empresas têm até o dia 31 de dezembro para retirarem todos os outdoors da cidade.

"Estamos em reunião permanente para ver o que fazemos com anos de investimentos e com os quase 20 mil empregados neste setor", diz. Segundo Nogueira Filho, a opção de migrar para outros mercados pode ser uma saída. "Mas não é tão simples assim porque já há empresas estabelecidas."

Mas não são apenas as empresas de mídia exterior que discutem o que fazer diante da nova legislação. O departamento jurídico da agência de publicidade Leo Burnett esta avaliando a nova legislação para convocar uma reunião com seus clientes.

"Não está muito claro como fica o aspecto legal entre agências de publicidade e empresas de outdoor. Como fica o anunciante que comprou um espaço até o fim deste ano?", questiona a diretora de pesquisa e planejamento de mídia da NeogamaBBH, Marta de Moraes. Segundo ela, tão logo a lei foi aprovada, vários clientes da agência começaram a telefonar querendo saber como ficarão seus anúncios já comprados. "Estamos esperando uma posição das próprias empresas e o que me parece é que a situação é de pânico pois trata-se de um projeto extremamente radical", disse Marta.

Nem todos têm a mesma impressão. Marcos Le Pera, presidente da agência Le Pera, disse que pretende realocar a publicidade hoje feita em outdoor para outra forma de mídia. "Quando vi que a lei seria aprovada, contratei uma profissional para desenvolver projetos especiais considerando novas ferramentas de marketing", diz. Segundo Le Pera, 18% do investimento em mídia realizado por seus clientes, são direcionados à mídia exterior. "Como publicitário acho a lei ruim, mas como cidadão estou plenamente de acordo. É preciso limpar a cidade."

Uma das maiores anunciantes do país, a multinacional suíça Nestlé ainda não sabe para onde vai direcionar a verba investida em mídia exterior. "Hoje, 10% do total é aplicado nesse segmento", calcula Mario Castelar, diretor de serviços de comunicação e marketing da empresa. "Nosso departamento jurídico está avaliando a lei. Se ela é dura demais eu não sei, o que acho é que precisávamos mesmo regulamentar e diminuir a poluição visual da cidade", diz Castelar.


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Washington Olivetto, Bombeiros e Correios são campeões em depósito de confiança

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Apesar da situação o brasileiro sempre foi otimista, e parece que ainda continuara sendo....

A revista Seleções Reader's Digest inseriu uma nova categoria
à sua tradicional pesquisa anual que destaca as marcas que conquistaram
o maior índice de confiança entre consumidores e clientes em potencial:
o “publicitário mais confiável”. O eleito: Washington Olivetto. O
estudo investigativo é realizado em conjunto com o Ibope e também
apontou que a classe política continua sendo campeã em descrédito entre
os cidadãos consultados.

A entrega do prêmio já tem data agendada: 10 de outubro, com uma grande festa no Tom Brasil, em São Paulo.

Esta
é a quinta edição da pesquisa “Marcas de confiança”, cujo resultado,
mais uma vez, reafirmou a força de marcas tradicionais e enfatizou o
descrédito de cidadãos brasileiros na classe política.

Alguns
dos produtos que ocupam o topo do ranking das marcas “eleitas” são tão
populares que seus nomes se confundem com a denominação da categoria à
qual pertencem. A revista avalia todos os anos a percepção dos seus
leitores a respeito de 36 tipos de produtos, segundo critérios de
confiança, modernidade, atendimento ao consumidor, responsabilidade
social e relação custo-benefício.

A pesquisa também verifica a
credibilidade de instituições e profissões de acordo com a visão de uma
amostra nacional representativa de seus quase dois milhões de leitores.

Na
avaliação de confiança nas profissões, nada afeta a popularidade dos
bombeiros, por exemplo, que se mantêm no topo do ranking com 93% de
apoio. Mas, no outro lado da fila, os políticos têm confirmada a
falência de sua imagem: apenas 2% dos brasileiros consultados por Seleções Reader´s Digest ainda conseguem manifestar confiança em relação à essa classe que freqüenta o noticiário sobre mensaleiros e sanguessugas.

Entre
as instituições nacionais, enquanto os Correios imperam com inabaláveis
81% de aprovação, os governos – quaisquer governos – ficam na lanterna
do “torneio de confiança” popular, aprovados por apenas 9% dos
entrevistados.

Confira mais alguns dados levantados pela pesquisa e já revelados pela Seleções Reader's Digest:

Confiança nas instituições
Correios - 81%

Confiança nas profissões
Bombeiros - 93%

Confiança nos jornalistas
Ana Paula Padrão - 85%

Confiança nos apresentadores
Jô Soares - 69%

Confiança nos artistas
Fernanda Montenegro - 89%

Confiança nos cantores
Milton Nascimento e Roberto Carlos – empatados com 77% cada

Confiança nos autores de livros
Luís Fernando Veríssimo - 84%

Confiança nos esportistas
Ronaldinho Gaúcho - 90%

Confiança nos executivos
Antonio Ermírio de Moraes (Votorantim) - 74%

Confiança nos publicitários
Washington Olivetto (W/Brasil) - 52%

Confiança no Brasil

Haverá avanço na medicina: 79%
Diminuirá o número de analfabetos no País: 48%
Haverá oportunidade para compra de casa própria: 41%
O ensino das escolas públicas será de melhor qualidade: 33%
A população terá maior oportunidade de emprego: 29%
A população terá melhores condições financeiras para compra de produtos: 26%
O idoso terá melhor qualidade de vida: 25%
As vias públicas terão melhores condições de acesso: 24%
A população terá melhor assistência médica: 19%
Os mais pobres terão melhor qualidade de vida: 18%
Diminuirá o índice de criminalidade: 11%
Haverá o fim da corrupção na política: 4%



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Diz Tudo!

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Quem me conhece um pouco sabe da minha oposição ao PT, por muitas razões das quais não vejo necessidade de publicar aqui neste blog, até porque este blog tem outras finalidades. Porém o fato de estar publicando a capa da revista VEJA desta semana, tem dois motivos básicos: primeiro uma tremenda obra de arte; e segundo foi o fato de usar o simbolismo de uma única imagem para dizer muitas coisas das quais nosso atual presidente (eu não votei nele!) se diz não saber de nada, das duas uma, ou ele é realmente muito inocente nesta história (coisa que eu dúvido) ou ele acha que nós brasileiros somos muito inocentes (leia-se burros). Bem grandes são as injustiças neste Brasil, mais ninguém esperava nada destas falcatroas que o governo vem apresentando, espero sim que ele possar terminar pelo menos dignamente seu mandato (renunciando-o).


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Vivo leva ação inovadora de marketing às ruas do Rio de Janeiro

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Essa é mais uma informação para os meus alunos, que estão desenvolvendo o trabalho de marketing para o o último bimestre, como eu disse, estão criando a cada dia um tipo de marketing. Este agora é conhecido como Street Marketing.

Com foco no público jovem, a Vivo leva às ruas do Rio de Janeiro uma inovadora ação de marketing para a divulgação do serviço Vivo Chat. A campanha "Tribos
Vivo Chat" é um projeto piloto de street marketing, novo conceito de publicidade que utiliza as ruas de forma criativa e inusitada para divulgar uma marca, produto ou serviço, que conta com personagens de diferentes estilos que interagem com o público carioca em diversos momentos e situações ao longo do mês de setembro.


Desenvolvida em parceria com a agência Biruta Mídias Mirabolantes e com a Mobile Fun, desenvolvedora do serviço, a campanha leva a locais públicos personagens caracterizados por tribos como patricinha, surfista, colegial, skatista e alternativo com o objetivo de estimular a curiosidade dos jovens e mostrar a grande variedade de pessoas que utilizam o serviço. As tribos carregarão faixas e placas com frases criativas sobre o Vivo Chat e entregarão folhetos com informações sobre o serviço em bares, universidades, colégios, casas noturnas e nas próprias ruas.

A campanha estará também em um seleto grupo de bares, onde contará com a participação dos garçons, que entregarão guardanapos aos clientes com mensagens curiosas, e com bolachas de chopp divulgando o concurso cultural que dará celulares com câmera para os três participantes que contarem os melhores "micos que já pagaram".

A campanha conta ainda com mídias diferenciadas, como informações sobre o
serviço em caixas de pizzas, que serão entregues em domicílio pelas pizzarias participantes do projeto, e ímãs colocados na maçaneta dos carros estacionados em locais freqüentados por jovens com mensagens alusivas aos termos e palavras usados no serviço.

Além de trazer formas criativas e inusitadas para se aproximar do público jovem, a campanha "Tribos Vivo Chat" lança o novo posicionamento de mercado do serviço Vivo Chat e sua nova assinatura: "O ponto de encontro de todas as tribos".


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Quill - Guide Dog Labrador

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Sei que este blog tem outra finalidade, mais não posso deixar de registrar imagens, textos ou qualquer coisa que esta relacionado com o que eu amo. E este é um techo de um filme japonês que estou procurando adquiri-lo pois fala sobre uma história verdadeira da saga de um cão-guia labrador, do qual todos sabem eu sou apaixonado. Podem me perguntar o que isto tem a ver com publicidade ou mesmo marketing?! E eu digo que tem muito pois um filme que esta fora da rota americana de super produções e vem tendo grande sucesso, pode provar que os padrões holywoodianos não estão assim tão bons.
E completando os dois primeiro que fizeram comentário sobre o post abaixo da campanha utilizando o logo da nike, a Ana e o Rafael serão lembrados no fechamento das próximas notas. Esperem por mais ...

Droga de Nike?! ou Nike que droga?!

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Existem algumas campanhas que geram polêmicas, como é o caso desta aqui: O famoso slogan da Nike - Just do it - (apenas faça), foi utilizado em uma campanha contra drogas, onde o logo, feito de um pó branco, brinca com o slogan - Just don't -( apenas não faça). A campanha foi realizada pela agência Leo Burnett, para o Ministério de Saúde Pública dos Emirados Arabes. Agora fica o convite o primeiro aluno que fizer comentários a respeito desta campanha (se gostou ou não, e porque?) pode ser beneficiado em sua nota. Vamos lá estou esperando.


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Revista MTV aumenta seu poder de segmentação

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Essa é para aquele alunos que estão fazendo trabalho de conclusão de curso, mais serve também para os demais. Observem que tremendo diferencial a segmentação de mercado. Talvez essa idéia possa ser utilizada já no tcc, porque não?! Pensem...


A Revista MTV, que desde abril é um privilégio de leitura apenas para assinantes, aposta ainda mais no conceito de segmentação e traz outra novidade ao mercado publicitário a partir deste mês: os clientes podem anunciar de maneira direcionada aos diversos segmentos da base, veiculando anúncios diferentes para os públicos masculino e feminino, para cada faixa etária e para cada estado do País.

Para reforçar esse conceito de segmentação, cada edição da Revista MTV trará uma parte do conteúdo editorial também direcionado. Com isso, os anunciantes se comunicam com a base sem dispersão, utilizando mensagens adequadas, e maximizam os resultados dos investimentos publicitários.

Na edição de setembro, meninos e meninas recebem revistas com capas e matérias diferentes, orientadas aos seus interesses.

De outubro em diante, o assinante poderá receber o exemplar com a matéria que ele mesmo escolheu pelo site da revista.

Para viabilizar a iniciativa, a Revista MTV fechou parceria com a Gráfica Burti, sinônimo de qualidade no mercado gráfico, que, além de passar a imprimir a publicação, vem investindo em
serviços únicos de customização e personalização de tiragens.

matéria do site portal da propaganda.

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Corinthians, marca n°- 1 no futebol

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Corinthians é a marca de futebol mais estimada

A posição no campeonato é desconfortável e o craque argentino foi embora sem dizer adeus. Mas no ranking das marcas mais estimadas do futebol nacional, o Sport Club Corinthians Paulista, com uma das maiores torcidas, aparece firme no primeiro lugar.Mas no ranking das marcas mais estimadas do futebol nacional, o Sport Club Corinthians Paulista, com uma das maiores torcidas, aparece firme no primeiro lugar. Já quando o assunto é top of mind (primeira marca que vem à lembrança), o Clube de Regatas Flamengo é líder.

Pesquisa da Y&R diz que SPFC e Santos vêm em seguida. Já o Flamengo é o time de maior lembrança. Não importam as dificuldades, se a posição na tabela do principal campeonato do País não é confortável, se o técnico muda ou o craque, argentino, vai embora sem sequer dizer adeus.
O Sport Club Corinthians Paulista representa a marca de futebol mais estimada do Brasil. O Clube de Regatas Flamengo, por sua vez, é a marca de futebol top of mind - ou seja, a primeira que vem à cabeça quando o assunto é o esporte preferência nacional.
A informação está em pesquisa consolidada pela Y&R, exclusivamente para a Gazeta Mercantil. Entre as marcas mais estimadas, o São Paulo Futebol Clube assume a segunda colocação, seguido do Santos Futebol Clube. Os resultados são obtidos por meio do Brand Asset Valuator (BAV), uma ferramenta da Y&R que avalia a imagem de marcas, eventos, personalidades, entre outros, no Brasil e no mundo. Neste caso, foi analisada a percepção que os brasileiros têm dos times de futebol que estão em evidência e como estes clubes de várias cidades podem ser importantes para as companhias que lhes patrocinam. A pesquisa foi feita em meados de 2005, nas praças de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e interior de São Paulo. Foram entrevistados homens com idades entre 18 e 64 anos, das classes A, B, C e D.
Ao todo, foram pesquisados 17 clubes brasileiros: Corinthians, São Paulo, Cruzeiro Esporte Clube, Clube Atlético Mineiro, Club de Regatas Vasco da Gama, Flamengo, Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, Fluminense Football Club, AC São Caetano, Botafogo de Futebol e Regatas, Sport Club Internacional, Santos, Sociedade Esportiva Palmeiras, Associação Portuguesa de Desportos, Guarani Futebol Clube, EC Santo André e Associação Atlética Ponte Preta.
De acordo com o BAV, existem quatro pilares que ajudam a construir uma marca: diferenciação, relevância, estima e familiaridade. O diretor-geral da Y&R, David Laloum, ressalta que todos os clubes mostram altos índices de familiaridade. "Por isso, o patrocínio a um time de futebol é uma importante estratégia de marketing para as marcas que precisam se tornar familiares aos brasileiros. Explica ainda o fato de ser muito utilizada por empresas multinacionais que procuram estabelecer suar marcas no País e que já possuem uma proposta de diferenciação clara e precisam construir ‘awareness’. Como fez a Parmalat com o Palmeiras e a Kyocera com ao Atlético Paranaense", afirma o estudo. Esporte com emoção ComentaLaloum que o fato de o futebol envolver tantas características emocionais também é uma das razões para as empresas de tecnologia estarem fortemente envolvidas com este esporte. "Isso auxilia a aproximação da marca com o consumidor." Entre os exemplos estão LG com o SPFC, Samsung com o Corinthians e Panasonic com o Santos Futebol Clube. Segundo o estudo do BAV, no ciclo de vida das marcas, o São Paulo (em primeiro) e o Corinthians (segundo) são os times que apresentam melhor relação entre diferenciação x relevância e estima x conhecimento. "Isso indica o que chamamos de boa ‘saúde’ das marcas", explica Raquel Rotta, do planejamento da Y&R.
A pesquisa informa ainda que, segundo o desenho entre os quatro pilares mais importantes, as marcas de futebol com maior potencial de crescimento são Corinthians eSão Paulo, pois são times que possuem o pilar de diferenciação tão alto quanto a familiaridade. Bom lembrar que o Corinthians conta com uma grande e fiel torcida, enquanto o SPFC vem sendo apoiado por novos títulos e um moderno trabalho de marketing (inclusive para fidelização de torcedores), principalmente quando comparado à média geral do futebol brasileiro. Trata-se ainda dos dois maiores contratos de patrocínio do nosso futebol. O da Samsung foi fechado com o Corinthians em 2005, por dois anos, no valor de US$ 12,2 milhões. Já a LG renovou com o SPFC por R$ 15 milhões anuais. O Flamengo mantém o contrato com a BR Distribuidora (Petrobras), por R$ 13 milhões ao ano, o que durante muito tempo foi o maior patrocínio neste esporte. Ainda com base em dados do BAV, da Y&R, quando questionado sobre se pensaria em comprar/usar um produto com a marca de determinado time, o que mostra o potencial para licenciamento, o Flamengo aparece na primeira colocação.

Não preciso dizer mais, principalmente para aqueles alunos que insistem em dizer que o Corinthians não tem valor, e que outros times tem mais procura mercadologica, ai vai mais uma prova além das transmissões da tv que priorizam o Corinthians pelo altos índices de audiência e retorno publicitário. E de quebra uma música para comemorar a conquista do campeonato paulista do IV Centenário de 1954. Ouça - http://p.mm.uol.com.br/miltonneves/audio_hino_corinthians_4_centenario.wma



CITRÔEN é multada por propaganda enganosa


O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça multou, na última quarta-feira, em R$ 287,7 mil, a montadora Citröen por "publicidade enganosa". Segundo o Ministério da Justiça, a montadora veiculou, em 2000, promoção em que oferecia duas passagens aéreas para Paris aos consumidores que comprassem um veículo Xsara.

O problema, de acordo com o DPDC, é que a empresa não informou nas peças da campanha que a passagem seria para apenas para viagens feitas a partir de São Paulo e do Rio de Janeiro. O texto da promoção dizia: "Compre um Citröen 0 km e ganhe duas passagens para Paris. Não é sorteio. Comprou, ganhou". O DPDC concluiu que não havia ressalvas sobre as restrições de partida dos trechos aéreos. Havia apenas a menção: "Consulte o regulamento junto a uma concessionária Citröen".

O Ministério da Justiça abriu processo a partir de uma representação feita por um consumidor de Brasília. A concessionária que vendeu o veículo alegou que ele teria dinheiro suficiente para uma passagem a São Paulo. "O comprador que dispõe de mais de R$ 30 mil para adquirir um veículo pode pagar o preço de uma passagem Brasília-São Paulo."

Mas, o Ministério da Justiça concluiu que as informações sobre a promoção deveriam ter sido detalhadas. "Deve-se considerar a publicidade enganosa por omissão, já que as informações deveriam ser facilmente alcançadas pelo consumidor", disse Ricardo Morishita, diretor do DPDC, na conclusão do processo. A Citröen tem dez dias para apresentar recurso à Secretaria de Direito Econômico.
Valor Econômico - Marketing Promocional

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CONAR restringe propagandas para crianças e adolescentes

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O Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) fixou novas regras para veiculação de propagadas destinadas ao público infantil e adolescente. As novas normas éticas passam a valer a partir do dia primeiro de setembro, com a proibição de textos publicitários no imperativo, como é muito usado nos comerciais em que o locutor ou o personagem da campanha solta a seguinte frase "peça pra mamãe comprar...".
Como se trata de um público com personalidade em formação, logo incapaz de responder de forma madura aos apelos de consumo, crianças e adolescentes sempre demandaram tratamento diferenciado.
O conselho aponta que os anúncios veiculados atualmente estimulam um consumo que a maioria dos pais não conseguem realizar. O código recomenda ainda que a publicidade seja uma parceira nos empenho de pais, educadores, autoridades e da comunidade na formação de crianças e adolescentes, contribuindo para o desenvolvimento positivo das relações entre pais e filhos, alunos e professores, e demais relacionamentos que envolvam o público-alvo.
Em comercias ainda fica proibido o uso de crianças e adolescentes como modelos nos apelos diretos, recomendação ou sugestão de uso ou consumo por outros menores como "faça como eu, use...".
Anúncios que provoquem qualquer tipo de discriminação, a utilização de formato jornalístico e a exploração de situações capazes de infundir medo também serão vetados

Pesquisa revela a força e o prestígio de Marcas


Essa é para o pessoal do primeiro ano já que estamos falando sobre pesquisas, porém vamos utilizar mais ainda com o pessoal do segundo anos. Então prestem atenção nos detalhes, para que possamos discutir sobre o valor das marcas.

A ABA, Associação Brasileira de Anunciantes, em parceria com a Top Brands Consultoria e Gestão de Marcas, realizou, neste mês de agosto, a terceira edição da pesquisa que avalia a importância e o prestígio das marcas para o consumidor brasileiro em diversas categorias de produtos e serviços. O campo foi conduzido pela Quest Pesquisa de Mercado e Marketing. O objetivo da pesquisa é fornecer às empresas uma importante ferramenta para o aprimoramento da gestão de suas marcas.

Os resultados detalhados são oferecidos para as empresas utilizarem na gestão de suas marcas e os principais tópicos serão apresentados durante o Fórum Internacional ABA Branding 2006 nos dias 29 e 30 de agosto. “Esta é a terceira edição da pesquisa que foi criada para estimular e incentivar a discussão sobre a gestão e evolução das marcas no mercado brasileiro”, afirma Marcos Machado, sócio-diretor da Top Brands.

A pesquisa foi realizada por telefone, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, com uma amostra de 1420 entrevistados divididos em cotas por sexo, idade e classe social. Foram avaliadas 17 categorias de produtos e serviços, permitindo, desta forma, comparações entre diferentes setores. As categorias avaliadas foram: aparelhos de celular, automóvel (por fabricante e marca), bancos, cartões de crédito, cerveja, televisores, jornal, leite longa vida, operadora de telefonia fixa, operadora de telefonia móvel, planos de saúde, postos de combustível, refrigerantes, revistas, provedor de internet, sabão em pó e
supermercado.

“Além de avaliar a lembrança de marca, o estudo aborda confiança, satisfação e intenção de compra, o que permite uma análise mais profunda da real força das marcas nestas categorias, indo além da leitura de Top of Mind”, explica Machado. “O estudo permite, também, cruzamentos que fornecem análises de diferenças comportamentais por classe social, faixas etárias e regiões”, complementa.

Uma outra análise interessante que se obtém com a pesquisa é do Índice de Adesão, com base na satisfação com a marca e intenção de recompra. Os clientes/consumidores são classificados em quatro grupos de acordo com dois critérios: os defensores, que, além de consumir, tendem a
recomendar e defender a marca; e os satisfeitos, que provavelmente voltarão a comprar, mas não necessariamente defendem a marca; os vulneráveis, que podem voltar ou não a comprar a marca; e os opositores, que não só não voltarão a comprar como tendem a criticar e
a boicotar a marca. Com base nesta classificação foi criado um ranking com maior número de defensores, que corresponde ao prestígio e confiança de cada marca. Interessante observar que nem sempre a marca com maior índice de defensores é a marca “Top of Mind” da categoria,
como nos casos de Bohemia, na categoria de cervejas, e Real, em bancos, demonstrando que a análise deve ir além de Top of Mind.

Análises e cruzamentos por categoria numa categoria competitiva como cerveja, Skol foi Top of Mind novamente, com 34%, índice superior aos 28% de 2005. Infelizmente para a AMBEV, parece que parte deste crescimento veio da queda expressiva de uma de suas marcas, Antarctica, que, apesar de forte em algumas regiões, cai em todas elas e demonstra claro sintoma de envelhecimento, já que seu desempenho na faixa inferior aos 30 anos de idade é menos da metade do que o obtido na faixa superior aos 50 anos.

Vale ressaltar também a queda de Nova Schin neste ano, cujo índice de lembrança de marca caiu quase pela metade, o que demonstra que numa categoria tão competitiva, sustentar a posição é um grande desafio. Por outro lado, uma evidência de como a construção de uma marca ainda tem caminhos muitas vezes inusitados, chama a atenção o crescimento de Itaipava, principalmente na Classe A, em SP e RJ. Na Classe A de SP, Itaipava já tem o mesmo índice de lembrança de Bohemia, embora esta última tenha o maior índice de adesão à marca, dentre todas as marcas de cerveja: 91% de seus consumidores são classificados como defensores da marca.

No caso de refrigerantes, Coca-Cola continua imbatível, obtendo incríveis 75% de Top of Mind, contra 16% de Guaraná Antarctica, distância ainda maior do que em 2005, sendo que, aqui, também nota-se maior força de Antarctica junto às faixas etárias mais velhas. Um ponto para o qual a marca deve dispensar especial atenção. Numa categoria de decisão de compra rápida. O desafio de Pepsi no país continua imenso, entre pequenas quedas e alguns ganhos, seu índice de Top of Mind é inferior a 5,0%, não muito diferente do dado de 2005.

Se construir uma marca é um desafio, em alguns casos, uma vez conquistado um determinado
patamar, cresce o poder de resistência a crises e problemas de gestão. Um bom exemplo é Parmalat, que lidera novamente a categoria Leite Longa Vida, e, mesmo numa categoria com inúmeras marcas tem Top of Mind superior a 30%, próximo ao de Skol em cervejas, por exemplo. No entanto, ressalte-se que a manutenção da posição de Parmalat talvez tenha sido facilitada pelo fato de termos atualmente, muito menos comunicação em Leite Longa Vida. Parmalat, portanto, ainda tira proveito dos investimentos de anos atrás. Mas, se a concorrência
tivesse acordado, o cenário poderia ser outro. Em tempo, o índice de adesão à marca Parmalat é bastante alto, com 78% de defensores.

Pela primeira vez foram avaliados provedores de Internet. Apesar de ser uma categoria extremamente pulverizada, tivemos um incrível empate entre TERRA e UOL. Um olhar mais atento, porém, mostra que o índice desatisfação e adesão à marca dos usuários de UOL é maior, indicativo que decide a disputa a seu favor. Situação parecida ocorre com TIM e VIVO, com desempate no arredondamento a favor de TIM, que vem crescendo ano a ano, tem mais defensores do que VIVO e menos opositores, ou seja, aqueles que quando têm chance criticam a marca. “A análise cuidadosa mostra que o mercado de telefonia cresceu muito rápido no Brasil, mas as marcas precisam fazer ainda muito mais do apenas comunicação de massa para construir marca”, ressalta Machado.

Em algumas categorias, como televisores, várias marcas emplacaram índices de defensores superiores a 70%, o que mostra que o processo de diferenciação de uma marca neste mercado demanda um grande desafio. Interessante notar que a marca Sony, ao mesmo tempo em que lidera o ranking de defensores, aparece no ranking negativo de marcas com mais opositores na categoria de aparelho de celulares. Seria a expectativa gerada pela marca Sony, muito alta e, uma vez que não atendida, geradora de frustrações em aparelhos de celulares? Uma boa questão para
os gestores avaliarem com mais cuidado as extensões de marca.

Em várias categorias a marca Top of Mind não foi a mais bem avaliada pelos consumidores e usuários. Motorola, por exemplo, embora tenha sido Top of Mind, apresenta alto índice de opositores. Bradesco foi Top of Mind em bancos, mas a única marca de bancos com mais de 70% de defensores foi Real, categoria em que uma marca, Unibanco, apresenta 15% de opositores.

Os piores resultados de adesão à marca, entre todas as categorias analisadas, estão em telefonia fixa e móvel, quenão tiveram nenhuma marca com índice de defensores superiores a 70%.
Por outro lado, muitas marcas tem índices significativos de opositores.
O índice de opositores de VIVO beira os 20% e o de Telemar é de incríveis 28%. Talvez as empresas de telefonia possam aprender algo com os bancos, cujo desempenho melhorou muito nos últimos anos, apesar de ser uma categoria que não é vista com muita simpatia pelo público.

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Amnesty International - Exame de Vista

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Existem propagandas que fazem a gente pensar, mas tem outras que fazem a gente se envergonhar. É o caso desta campanha da Anistia Internacional - Exame e vista, realizado pela DDB da Hungria, onde foi pego o tradicional quadro de exame de vista e modificado, para fazer enxergar, ver o que muitas vezes estão um pouco abaixo de nós ou mesmo do nosso lado. Muitos sofrem, são vítimas de opressões dos chamados "maiores, grandes, superiores". O título também é bem sugestivo - Veja mais claramente. Como dizem ao assinarmos contratos, "leiam as letras minúsculas".
Cotonetes Johnsons - bebê

Pessoal encontrei vários comerciais da minha infância, talvez vocês achem ultrapassados, mas posso garantir a vocês, são muito bons. Selecionei três clássicos, e em breve postarei outros, o primeiro e este dos cotonetes Johnsons, onde foi utilizado um bebê muito gracinha, que cativou e marcou época. Tem dúvida disso perguntem aos seus pais, tios, avós ou mesmo os mais velhos.

Polêmicas a parte - Carlitos Tevez X Corinthians

Como bom corintiano, e eu sei que muitos vão concordar comigo - e outros nem tanto - recebi este vídeo e resolvir reunir duas paixões: uma é claro o meu timão mesmo com toda polêmica que o Sr. Carlitos Tevez vem causando, este comercial da Nike para Argentina, mexe também na rivalidade Brasil X Argentina, então observem os detalhes em geral.

O E-life Monitor - boca-a-boca agora é medido !!

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Pessoal vejam que interessante, mais uma vez prova-se que a criatividade é algo que podemos exercer quando queremos, Alessandro Barbosa Lima e Jairson Vitorino criaram esta empresa que monitora e analisa a comunicação boca-a-boca das empresas, tudo isso virtualmente. Achei fantástica a idéia. Eles realizam pesquisas na internet, para verificar a popularidade e relevância das marcas. E os clientes deles não são fracos.

E-life Comunicação é uma empresa brasileira especializada em monitorar e analisar a comunicação boca-a-boca sobre marcas, produtos e serviços a partir de comunidades on-line, blogues, sites pessoais, fóruns, e onde quer que ocorram de forma pública diálogos espontâneos de consumidores.
A empresa iniciou suas atividades em agosto de 2004 ao monitorar o boca-a-boca on-line sobre a campanha “Porque a Vida é Agora” desenvolvida pela agência de Propaganda Leo Burnett para a Visa do Brasil. A pesquisa foi a primeira desenvolvida no mercado brasileiro para monitoração do boca-a-boca on-line, que se torna transparente com o advento das tecnologias da informação e o conhecimento das redes sociais.
Em 2005 a E-life Comunicação monitorou o boca-a-boca on-line para o Bradesco, empresa pioneira no setor bancário a ouvir o seu consumidor através de canais não tradicionais de comunicação como o Orkut, os blogs e as comunidades on-line.
Atualmente tem ajudado empresas como Wal Mart, Grupo VR, O Boticário, Bradesco, ABN-Aymoré, Editora Moderna e Construtora Tecnisa a avaliar quantitativa e qualitativamente como suas marcas, produtos, serviços e atributos são vistos por milhares de consumidores no Brasil a partir da monitoração e análise de milhares de depoimentos espontâneos on-line.
A E-life Comunicação é uma empresa que utiliza a tecnologia da informação para monitorar e analisar os principais diálogos que estes consumidores estabelecem sobre marcas, produtos e serviços.

Empresa adota jeito dos jovens que pesquisa e mexe com o mercado - BOX 1824


Pessoal vejam que legal e bastante criativo as formas variadas de realizar pesquisa e descobrir a maneira de saber o que os consumidores estão buscando.

BOX 1824 coloca jovens para identificar tendências de consumo e agita multinacionais

Mariana Barbosa

Quando o assunto é pasta de dentes, os jovens estão mais preocupados com o hálito que será sentido pelo parceiro ou parceira do que em conter placas bacterianas. A constatação, fruto da observação do comportamento de jovens feita por observadores igualmente jovens, levou a Unilever a produzir novos sabores da pasta Close-Up, com gosto e cara de dropes e embalagens que lembram histórias em quadrinhos.

Foram três meses de pesquisa de mercado, com 24 jovens observando o comportamento de outros 300 em São Paulo e Porto Alegre. Os encontros aconteciam naturalmente em casa, no trabalho, na balada, na viagem para a praia, sem que os outros 300 soubessem que estavam sendo observados. Assim são os métodos de pesquisa da BOX 1824, empresa de pesquisa de tendência de consumo que está agitando multinacionais e agências de publicidade.

Formada há dois anos por um grupo de jovens de Porto Alegre, a BOX 1824 já conquistou clientes como Unilever, Claro, Pepsico, Editora Abril e AmBev. Com as empresas sedentas por conhecer de perto como os clientes se relacionam com seus produtos em um mundo em constante transformação tecnológica, as pesquisas se transformaram em ferramentas fundamentais de negócios.

A BOX 1824 trouxe para o Brasil uma nova metodologia, chamada por um dos criadores da empresa, Rony Rodrigues, de 27 anos, de "invasão de cenários". Para analisar a relação do consumidor com uma marca de cerveja, por exemplo, a BOX contratou 35 jovens cujo trabalho era freqüentar bares de Salvador durante quatro meses. "A gente procura viver a vida do consumidor sem as interferências das pesquisas tradicionais", diz Rony.

Outra pesquisa, sobre a relação do jovem com a telefonia móvel, inspirou a criação do festival Claro que é Rock, e também um concurso para estimular os jovens a prover conteúdo, como toque de celular e "papel de parede" de computador. "O jovem hoje tem blog, página no Orkut, ele cria seu próprio conteúdo. Percebemos que se a Claro disponibilizasse um espaço para o jovem se manifestar, ela estaria indo de encontro ao que a gurizada quer", diz Rony.

Entrar na casa do consumidor para investigar seus hábitos de consumo é a última tendência dentre as empresas de pesquisa. "Virou moda contratar antropólogos para fazer pesquisas etnográficas, onde o campo é a casa do consumidor", diz a antropóloga Paula Pinto e Silva, sócia da empresa de pesquisa Pletora, que tem a Procter & Gamble entre seus clientes. No Brasil, esse tipo de pesquisa ganhou força no início dessa década. Com o aumento do poder aquisitivo das classes C e D, as empresas recorreram aos antropólogos para desbravar a periferia e descobrir mais sobre os hábitos dessa população.

Nas pesquisas da BOX, frequentemente o observador se confunde com observado, que na maioria das vezes nem sabe que está sendo pesquisado. "Eles fazem um trabalho que é um misto de detetive disfarçado e de pesquisador", explica o diretor de planejamento da agência F/Nazca, Fernand Alphen.

"Isso permite eliminar um vício das pesquisas clássicas que, ao colocar o consumidor diante da situação de pesquisa, acaba modificando o resultado."

A BOX é também uma das primeiras no Brasil a se especializar no público jovem. "O jovem de 18 a 24 é o centro primário de influência da sociedade de consumo global", diz Rony. Os mais novos e os mais velhos, diz, querem ser como os de 18 a 24. "Vivemos na era em que todos querem ser eternamente jovens."

Honda Accord - Parte II

Complementando a matéria sobre o vídeo do Honda Accord, pesquisei e encontrei alguns detalhes a mais sobre esta produção fantástica. Eles tiveram que filmar 606 vezes até dar certo e o filme custou 6 milhões de dólares. O pára-brisa tem sensor de umidade, o que faz com que os limpadores comecem a funcionar e os pneus sobem a rampa, pois eles têm porcas e parafusos fazendo o contrapeso interno. Ele também foi medalha de ouro em Cannes no ano de 2002, data de seu lançamento. Agora espero que alguns alunos tenham a oportunidade de ler e ver os detalhes.

SBT PERDE MERCADO E REAGE CONTRA RECORD

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Essa noticia deve ajudar algumas alunas minha que estão realizando o TCC sobre o SBT, bem espero que elas vejam esta matéria o mais breve possível pois o trabalho está um pouco atrasado e elas não sabem muito bem o que fazer. Então ai vai.

Plasnejamento Estratégico - Market Share

O SBT resolveu reagir contra o crescimento comercial da Record, que, impulsionada pela conquista da vice-liderança de audiência na Grande São Paulo, deve tomar-lhe também o segundo lugar em faturamento.

Até o final do ano, a rede de Silvio Santos irá investir R$ 5 milhões em uma campanha dirigida a anunciantes _que passarão a receber semanalmente uma "newsletter" com audiências e tendências de consumo. Os primeiros anúncios têm o título "Anuncie no SBT".

"Os 20% de participação do SBT na audiência são muito mais do que os 70% da Televisa no México", compara Victor Tobi, consultor de Silvio Santos. "A nossa estratégia será, ao invés de falar em pontos no Ibope, falar em quantidade de telespectadores. São milhões".

Esse trabalho visa melhorar o desempenho apenas em 2007. Neste ano, prevê Tobi, o SBT crescerá 5% ou 6%, abaixo dos 12% das demais redes. Segundo ele, o SBT cresceu 10% no primeiro semestre, enquanto a concorrência aumentou sua receita em mais de 20%.

"Lamentavelmente, de outubro de 2005 a março de 2006, o SBT ficou sem diretor comercial. Os grandes anunciantes planejam em outubro os investimentos do ano seguinte. Perdemos muitas oportunidades por causa disso", admite Tobi.

O SBT deve faturar R$ 800 milhões em 2006, contra R$ 940 mi da Record (incluindo venda de espaço à Universal).


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Honda Accord - Sem efeito, demais...

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Talvez vocês já tenham visto, mais vale relembrar esse maravilhoso comercial do Honda Accord, tudo bem que foram mais de 600 tentativas para dar certo, mais o filme e real sem computação gráfica e sem cortes. O que dizer mais...

Se a vida fosse simples como uma navegação na web!

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Fantástica esta campanha do provedor Zip Internet, como seria fácil a vida se tivessemos botões como Delete, Atualizar, Voltar, Abrir e Parar. Com certeza evitariamos muitas besteiras.

Marca "rua" ou marca texto ?!

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Derepente você esta andando pela rua e vê a guia pintada de amarela, não é por causa da copa do mundo e todos brasileiros começam a ser patriotas, é apenas mais uma campanha diferenciada, um big marca texto. Ou seria marca rua. Muito boa.

Outdoor Diferente.

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Mais um outdoor diferente, muito legal!!