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Dia 24 de Novembro e dia 25 foram os dias escolhidos para o “Buy Nothing Day” organizado pelo Adbusters para conscientizar as pessoas sobre nosso consumismo exagerado e sem controle.
Para participar é simples, bastava não comprar nada!!! Os americanos são os principais aderentes deste movimento porque são o degradador ambiental N°1 do mundo.
Qual a quantidade de lixo que produzimos? E a quantidade de material reciclável? E nossos recursos naturais? Até quando ignoraremos o disperdício destes recursos que atuais e futuras corporações produzirão?
Se você acha que por causa da fome corporativa de expandir negócios e abrir mercados não está levando a sério o nosso ambiente, então a única maneira de afetar estes negócios é simplesmente não comprando deles e espalhando a palavra para que outros façam o mesmo.
Acredito que todos nós podemos criar marcas com atitude, que façam a diferença e que realmente tomem uma posição frente a situação global em que vivemos. Vale a pena pensar um pouco hoje, para ganhar um montão amanhã...
É uma pena para quem realmente gosta de fotografia analogica, mais temos que nos render as novas tecnologias, se até a tradicional empresa Kodak, mudou por que seria diferente comigo?! Pra dizer sobre esta nova tecnologia, gostei desta campanha, onde o anúncio diz para digitalizarmos as nossas memorias, fazendo aluzão às camêras digitais, porém pegando uma imagem antiga, ou seja, também é possivel digitalizarmos nossos arquivos fotograficos. Em resumo é o fim do velho, bom e tradicional álbum de familia. (clique na imagem para ver mais detalhes)

Existem algumas coisas que realmente não compreendo como podem ser feitas. Uma delas é esta campanha assinada pela Young & Rubicam para a IDIAC - Interior Design Institute & Criative Academy, que relação é possível ver em tirar o cérebro para fora, com tirando o talento para fora!?!?!?!? Eu ficaria com medo de estudar neste instituto, por mais moderno e interessante que ele fosse. Eu hein!!!!
Nesta campanha o produto - um tipo de alvejante para roupas pretas - Perlana, promete manter a força do preto de suas roupas (pretas). O diferencial é mostrar animais fortes com simbolizando a cor preta. Muito criativo e diferente pois a maioria dos produtos de limpeza de roupas promete deixar mais branco ou mais colorido. E agora surge um produto que deixa suas roupas mais pretas, diferente e sem preconceitos...


Não deixa de ser propaganda gratuita para a empresa, mas um doce feito com Coca-Cola virou moda nos EUA. Trata-se da “Coca frita”, um bolinho que é mergulhado no refrigerante e banhado no xarope de coca antes de ser frito. Essa receita, do chef Abel Gonzáles Jr., ganhou o prêmio de prato mais criativo na feira estadual do Texas e, desde lá, foi ficando famosa por todo o país.
Primeiro a Olympus lançou uma nova máquina ultra fina em seguida a Sony resolve lançar também uma máquina ultra fina, talvez a propaganda não precisasse ser igual ou bem parecida.
Como sempre costume dizer a pior coisa que existe nos meios publicitários é a anti propaganda, esta foto com um adesivo de pouco em pouco foi se espalhando na Internet e não escapou de nossos radares. É um adesivo dizendo que o Serviço ao Cliente da T- Mobile não presta. ” Estou preso com eles por um ano, VOCÊ não precisa estar!”. Aqueles blogueiros que são clientes da T Mobile e também não receberam bom atendimento espalharam mais ainda a foto falando sobre o que aconteceu com eles.
O resultado foi uma calorosa discussão a respeito da empresa e suas taticas de marketing para prender os clientes. A maioria se sentiu manipulada pelas campanhas que prometiam uma coisa mas depois não cumpriam.
As empresas têm que estar antenadas e ficar de olho no que a blogosfera fala sobre elas, pois podem influenciar muito outros consumidores.
Realmente a cada dia onde não esperamos mais ser surpreendidos por novas campanhas publicitárias, surgem novas idéias. E pra variar a maioria é muito criativa e engenhosa além é claro de fazerem um tremendo sucesso, vejam o caso desta campanha da Solo Mobile, para divulgar o seu novo telefone celular walkie-talkie a empresa decidiu atacar os pontos de ônibus das cidades de Vancouver, Toronto, Montreal e Calgary no Canadá. Colocaram o outdoor da foto que vem realmente com um walkie-talkie que pode se conectar com outros pontos de ônibus espalhados na cidade, ou até mesmo em outra cidade. Esta ação estimulou a interação da população que perguntava através do outdoor se o seu ônibus já havia passado pelo ponto, monitorando assim o percurso dele. Muita gente apenas batia papo pelos outdoors o que gerou bastante buzz ao redor do produto.



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Pesquisa da Y&R diz que SPFC e Santos vêm
O Sport Club Corinthians Paulista representa a marca de futebol mais estimada do Brasil. O Clube de Regatas Flamengo, por sua vez, é a marca de futebol top of mind - ou seja, a primeira que vem à cabeça quando o assunto é o esporte preferência nacional.
A informação está em pesquisa consolidada pela Y&R, exclusivamente para a Gazeta Mercantil. Entre as marcas mais estimadas, o São Paulo Futebol Clube assume a segunda colocação, seguido do Santos Futebol Clube. Os resultados são obtidos por meio do Brand Asset Valuator (BAV), uma ferramenta da Y&R que avalia a imagem de marcas, eventos, personalidades, entre outros, no Brasil e no mundo. Neste caso, foi analisada a percepção que os brasileiros têm dos times de futebol que estão em evidência e como estes clubes de várias cidades podem ser importantes para as companhias que lhes patrocinam. A pesquisa foi feita em meados de 2005, nas praças de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e interior de São Paulo. Foram entrevistados homens com idades entre 18 e 64 anos, das classes A, B, C e D.
Ao todo, foram pesquisados 17 clubes brasileiros: Corinthians, São Paulo, Cruzeiro Esporte Clube, Clube Atlético Mineiro, Club de Regatas Vasco da Gama, Flamengo, Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, Fluminense Football Club, AC São Caetano, Botafogo de Futebol e Regatas, Sport Club Internacional, Santos, Sociedade Esportiva Palmeiras, Associação Portuguesa de Desportos, Guarani Futebol Clube, EC Santo André e Associação Atlética Ponte Preta.
De acordo com o BAV, existem quatro pilares que ajudam a construir uma marca: diferenciação, relevância, estima e familiaridade. O diretor-geral da Y&R, David Laloum, ressalta que todos os clubes mostram altos índices de familiaridade. "Por isso, o patrocínio a um time de futebol é uma importante estratégia de marketing para as marcas que precisam se tornar familiares aos brasileiros. Explica ainda o fato de ser muito utilizada por empresas multinacionais que procuram estabelecer suar marcas no País e que já possuem uma proposta de diferenciação clara e precisam construir ‘awareness’. Como fez a Parmalat com o Palmeiras e a Kyocera com ao Atlético Paranaense", afirma o estudo. Esporte com emoção ComentaLaloum que o fato de o futebol envolver tantas características emocionais também é uma das razões para as empresas de tecnologia estarem fortemente envolvidas com este esporte. "Isso auxilia a aproximação da marca com o consumidor." Entre os exemplos estão LG com o SPFC, Samsung com o Corinthians e Panasonic com o Santos Futebol Clube. Segundo o estudo do BAV, no ciclo de vida das marcas, o São Paulo (em primeiro) e o Corinthians (segundo) são os times que apresentam melhor relação entre diferenciação x relevância e estima x conhecimento. "Isso indica o que chamamos de boa ‘saúde’ das marcas", explica Raquel Rotta, do planejamento da Y&R.
A pesquisa informa ainda que, segundo o desenho entre os quatro pilares mais importantes, as marcas de futebol com maior potencial de crescimento são Corinthians eSão Paulo, pois são times que possuem o pilar de diferenciação tão alto quanto a familiaridade. Bom lembrar que o Corinthians conta com uma grande e fiel torcida, enquanto o SPFC vem sendo apoiado por novos títulos e um moderno trabalho de marketing (inclusive para fidelização de torcedores), principalmente quando comparado à média geral do futebol brasileiro. Trata-se ainda dos dois maiores contratos de patrocínio do nosso futebol. O da Samsung foi fechado com o Corinthians em 2005, por dois anos, no valor de US$ 12,2 milhões. Já a LG renovou com o SPFC por R$ 15 milhões anuais. O Flamengo mantém o contrato com a BR Distribuidora (Petrobras), por R$ 13 milhões ao ano, o que durante muito tempo foi o maior patrocínio neste esporte. Ainda com base em dados do BAV, da Y&R, quando questionado sobre se pensaria em comprar/usar um produto com a marca de determinado time, o que mostra o potencial para licenciamento, o Flamengo aparece na primeira colocação.
Não preciso dizer mais, principalmente para aqueles alunos que insistem em dizer que o Corinthians não tem valor, e que outros times tem mais procura mercadologica, ai vai mais uma prova além das transmissões da tv que priorizam o Corinthians pelo altos índices de audiência e retorno publicitário. E de quebra uma música para comemorar a conquista do campeonato paulista do IV Centenário de 1954. Ouça - http://p.mm.uol.com.br/miltonneves/audio_hino_corinthians_4_centenario.wma


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Essa é para o pessoal do primeiro ano já que estamos falando sobre pesquisas, porém vamos utilizar mais ainda com o pessoal do segundo anos. Então prestem atenção nos detalhes, para que possamos discutir sobre o valor das marcas.
A ABA, Associação Brasileira de Anunciantes, em parceria com a Top Brands Consultoria e Gestão de Marcas, realizou, neste mês de agosto, a terceira edição da pesquisa que avalia a importância e o prestígio das marcas para o consumidor brasileiro em diversas categorias de produtos e serviços. O campo foi conduzido pela Quest Pesquisa de Mercado e Marketing. O objetivo da pesquisa é fornecer às empresas uma importante ferramenta para o aprimoramento da gestão de suas marcas.
Os resultados detalhados são oferecidos para as empresas utilizarem na gestão de suas marcas e os principais tópicos serão apresentados durante o Fórum Internacional ABA Branding 2006 nos dias 29 e 30 de agosto. “Esta é a terceira edição da pesquisa que foi criada para estimular e incentivar a discussão sobre a gestão e evolução das marcas no mercado brasileiro”, afirma Marcos Machado, sócio-diretor da Top Brands.
A pesquisa foi realizada por telefone, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, com uma amostra de 1420 entrevistados divididos em cotas por sexo, idade e classe social. Foram avaliadas 17 categorias de produtos e serviços, permitindo, desta forma, comparações entre diferentes setores. As categorias avaliadas foram: aparelhos de celular, automóvel (por fabricante e marca), bancos, cartões de crédito, cerveja, televisores, jornal, leite longa vida, operadora de telefonia fixa, operadora de telefonia móvel, planos de saúde, postos de combustível, refrigerantes, revistas, provedor de internet, sabão em pó e
supermercado.
“Além de avaliar a lembrança de marca, o estudo aborda confiança, satisfação e intenção de compra, o que permite uma análise mais profunda da real força das marcas nestas categorias, indo além da leitura de Top of Mind”, explica Machado. “O estudo permite, também, cruzamentos que fornecem análises de diferenças comportamentais por classe social, faixas etárias e regiões”, complementa.
Uma outra análise interessante que se obtém com a pesquisa é do Índice de Adesão, com base na satisfação com a marca e intenção de recompra. Os clientes/consumidores são classificados em quatro grupos de acordo com dois critérios: os defensores, que, além de consumir, tendem a
recomendar e defender a marca; e os satisfeitos, que provavelmente voltarão a comprar, mas não necessariamente defendem a marca; os vulneráveis, que podem voltar ou não a comprar a marca; e os opositores, que não só não voltarão a comprar como tendem a criticar e
a boicotar a marca. Com base nesta classificação foi criado um ranking com maior número de defensores, que corresponde ao prestígio e confiança de cada marca. Interessante observar que nem sempre a marca com maior índice de defensores é a marca “Top of Mind” da categoria,
como nos casos de Bohemia, na categoria de cervejas, e Real, em bancos, demonstrando que a análise deve ir além de Top of Mind.
Análises e cruzamentos por categoria numa categoria competitiva como cerveja, Skol foi Top of Mind novamente, com 34%, índice superior aos 28% de 2005. Infelizmente para a AMBEV, parece que parte deste crescimento veio da queda expressiva de uma de suas marcas, Antarctica, que, apesar de forte em algumas regiões, cai em todas elas e demonstra claro sintoma de envelhecimento, já que seu desempenho na faixa inferior aos 30 anos de idade é menos da metade do que o obtido na faixa superior aos 50 anos.
Vale ressaltar também a queda de Nova Schin neste ano, cujo índice de lembrança de marca caiu quase pela metade, o que demonstra que numa categoria tão competitiva, sustentar a posição é um grande desafio. Por outro lado, uma evidência de como a construção de uma marca ainda tem caminhos muitas vezes inusitados, chama a atenção o crescimento de Itaipava, principalmente na Classe A, em SP e RJ. Na Classe A de SP, Itaipava já tem o mesmo índice de lembrança de Bohemia, embora esta última tenha o maior índice de adesão à marca, dentre todas as marcas de cerveja: 91% de seus consumidores são classificados como defensores da marca.
No caso de refrigerantes, Coca-Cola continua imbatível, obtendo incríveis 75% de Top of Mind, contra 16% de Guaraná Antarctica, distância ainda maior do que em 2005, sendo que, aqui, também nota-se maior força de Antarctica junto às faixas etárias mais velhas. Um ponto para o qual a marca deve dispensar especial atenção. Numa categoria de decisão de compra rápida. O desafio de Pepsi no país continua imenso, entre pequenas quedas e alguns ganhos, seu índice de Top of Mind é inferior a 5,0%, não muito diferente do dado de 2005.
Se construir uma marca é um desafio, em alguns casos, uma vez conquistado um determinado
patamar, cresce o poder de resistência a crises e problemas de gestão. Um bom exemplo é Parmalat, que lidera novamente a categoria Leite Longa Vida, e, mesmo numa categoria com inúmeras marcas tem Top of Mind superior a 30%, próximo ao de Skol em cervejas, por exemplo. No entanto, ressalte-se que a manutenção da posição de Parmalat talvez tenha sido facilitada pelo fato de termos atualmente, muito menos comunicação em Leite Longa Vida. Parmalat, portanto, ainda tira proveito dos investimentos de anos atrás. Mas, se a concorrência
tivesse acordado, o cenário poderia ser outro. Em tempo, o índice de adesão à marca Parmalat é bastante alto, com 78% de defensores.
Pela primeira vez foram avaliados provedores de Internet. Apesar de ser uma categoria extremamente pulverizada, tivemos um incrível empate entre TERRA e UOL. Um olhar mais atento, porém, mostra que o índice desatisfação e adesão à marca dos usuários de UOL é maior, indicativo que decide a disputa a seu favor. Situação parecida ocorre com TIM e VIVO, com desempate no arredondamento a favor de TIM, que vem crescendo ano a ano, tem mais defensores do que VIVO e menos opositores, ou seja, aqueles que quando têm chance criticam a marca. “A análise cuidadosa mostra que o mercado de telefonia cresceu muito rápido no Brasil, mas as marcas precisam fazer ainda muito mais do apenas comunicação de massa para construir marca”, ressalta Machado.
Em algumas categorias, como televisores, várias marcas emplacaram índices de defensores superiores a 70%, o que mostra que o processo de diferenciação de uma marca neste mercado demanda um grande desafio. Interessante notar que a marca Sony, ao mesmo tempo em que lidera o ranking de defensores, aparece no ranking negativo de marcas com mais opositores na categoria de aparelho de celulares. Seria a expectativa gerada pela marca Sony, muito alta e, uma vez que não atendida, geradora de frustrações em aparelhos de celulares? Uma boa questão para
os gestores avaliarem com mais cuidado as extensões de marca.
Em várias categorias a marca Top of Mind não foi a mais bem avaliada pelos consumidores e usuários. Motorola, por exemplo, embora tenha sido Top of Mind, apresenta alto índice de opositores. Bradesco foi Top of Mind em bancos, mas a única marca de bancos com mais de 70% de defensores foi Real, categoria em que uma marca, Unibanco, apresenta 15% de opositores.
Os piores resultados de adesão à marca, entre todas as categorias analisadas, estão em telefonia fixa e móvel, quenão tiveram nenhuma marca com índice de defensores superiores a 70%.
Por outro lado, muitas marcas tem índices significativos de opositores.
O índice de opositores de VIVO beira os 20% e o de Telemar é de incríveis 28%. Talvez as empresas de telefonia possam aprender algo com os bancos, cujo desempenho melhorou muito nos últimos anos, apesar de ser uma categoria que não é vista com muita simpatia pelo público.
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Mariana Barbosa
Quando o assunto é pasta de dentes, os jovens estão mais preocupados com o hálito que será sentido pelo parceiro ou parceira do que em conter placas bacterianas. A constatação, fruto da observação do comportamento de jovens feita por observadores igualmente jovens, levou a Unilever a produzir novos sabores da pasta Close-Up, com gosto e cara de dropes e embalagens que lembram histórias em quadrinhos.
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